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EUA: Gastos com saúde diminuem, mas permanecem superiores à inflação do período

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Os Estados Unidos registraram um aumento de gastos com a saúde de 6,9% em 2005, marcando o terceiro ano consecutivo de declínio na taxa de crescimento, mas superando a taxa de inflação no período. Os dados são do relatório anual do governo americano. De acordo com o relatório, o país destinou US$ 1,988 trilhão aos cuidados com a saúde, o equivalente a US$ 6,70 por pessoa. O governo federal e os governos estaduais pagaram cerca de 40% dos custos, totalizando US$ 736,3 bilhões.
Embora em declínio, os gastos superaram a taxa inflacionária anual. As despesas de saúde representaram 16% do crescimento do orçamento doméstico dos americanos em 2005, superando os 15,9% do ano anterior. No setor público, esse gasto aumentou 7,8%, índice comparado com o crescimento dos negócios, que foi de 7% e com o aumento de seguros de casa, que foi de 6,2%.
O declínio na taxa de crescimento nos gastos com a saúde está relacionado à diminuição de gastos com medicamentos. Em 2005 este gasto aumentou 5,8%, somando-se US$ 200, 7 bilhões. Foi o primeiro ano que o índice foi inferior aos gastos com a saúde. A redução de custos com medicamentos está atrelada às iniciativas das operadoras de saúde de adotarem remédios mais baratos nos tratamentos dos pacientes.
Os gastos com home-care registraram um aumento de 11%, totalizando US$ 47,5 bilhões; com os hospitais a taxa foi de 7,9% e com médicos, de 7%. As taxas de seguros de saúde tiveram um aumento de 6,6%.

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