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Estudo aponta fraquezas do sistema de saúde no Reino Unido

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Um relatório divulgado pelo Picker Institute, centro de pesquisas médicas sem fins lucrativos, revelou as principais fraquezas envolvendo pacientes no sistema de saúde do Reino Unido, comparado com Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Alemanha e Estados Unidos. O estudo critica principalmente a atitude paternalista dos profissionais de saúde como a maior barreira para que os pacientes assumam o papel de responsáveis por sua própria saúde.
O Instituto diz que os que os pacientes querem é conselho de profissionais, que sejam bons comunicadores, que tenham sólidos conhecimentos e atualização constante, que respeitem as preferências do pacientes e estejam aptos a oferecer apoio para que eles próprios cuidem de sua saúde.
De acordo com o relatório, o que eles têm é um serviço de saúde atrasado em relação aos outros países, na questão de reconhecer e apoiar o papel ativo do paciente em proteger e promover sua própria saúde.
Os pacientes britânicos são os que menos provavelmente irão receber conselhos de médicos sobre prevenção de doenças e mudanças em seus estilos de vida, assim como informações sobre as cirurgias às quais serão submetidos.
Poucos pacientes britânicos estão envolvidos na decisão de seus tratamentos e é pouco provável que tenham sua opinião levada em conta sobre a mudança de um medicamento ou informações sobre os efeitos colaterais.
Comparado aos outros países, o sistema de saúde do Reino Unido é o que menos dá instruções claras sobre como monitorar e gerenciar tratamentos. Menos de um quinto dos pacientes com doenças crônicas receberão um plano de auto-gestão de sua condição clínica.

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