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Estudo aponta fragilidade respiratória em bebês prematuros

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Um estudo realizado pela neonatologista Rosane Reis de Mello, do Instituto Fernandes Figueira (IFF), instituição ligada à Fundação Oswaldo Cruz revelou que durante os primeiros 12 meses de vida, mais de 50% de um grupo de 97 bebês prematuros, nascidos em um hospital público do Rio de Janeiro, sofreram com algum tipo de doença respiratória e 22 crianças tiveram bronquiolite (inflamação dos bronquíolos). De acordo com informações da Agência Fapesp, todas as crianças analisadas nasceram entre 1998 e 2000, tinham menos de 1,5 quilo de peso ao nascer e não chegaram a completar 8,5 meses de gestação. Depois de receber alta do hospital, os bebês foram acompanhados mensalmente por pediatras do IFF. Os familiares foram orientados a entrar em contato com os médicos assim que algum evento novo fosse observado.
Das 22 crianças consideradas doentes pelos médicos, 34,4% tiveram de ficar internadas no hospital. Os recém-nascidos hospitalizados por mais de dois meses na UTI neonatal apresentaram várias doenças, em taxas maiores do que aqueles que não ficaram no hospital. A pneumonia, por exemplo, foi detectada em 53% da amostra, contra 24% entre os bebês que não ficaram internados.
Rosane explica que o baixo peso ao nascer pode contribuir para a ocorrência de pneumonia devido à diminuição das respostas imunes. Os fatores ambientais (baixa condição socioeconômica, aglomeração, presença de crianças pequenas no mesmo ambiente domiciliar) são considerados fatores de risco para infecção respiratória.
A autora da pesquisa, que também é co-responsável pelo ambulatório de seguimento de recém-nascidos de alto risco do IFF, lembra que trabalhos semelhantes publicados em países desenvolvidos apresentam taxas menores de pneumonia.

       
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