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Estudo americano aponta deficiência de médicos nos próximos 15 anos

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De acordo com estudo desenvolvido na UCLA (Universidade da Califórnia, Los Angeles), Estados Unidos, por volta de 2020 oftalmologistas e cirurgiões cardiotorácicos não conseguirão dar conta do atendimento de todos os pacientes. O principal motivo da deficiência na quantidade de médicos se dará ao aumento na expectativa de vida. A pesquisa foi publicada em Annals of Surgery. Os índices levantados pelo censo apontaram ainda um aumento de 13,3% no número de pessoas com mais de 65 anos em 2010. Em 2020, as expectativas indicam um salto para 53,2%. A demanda por oftalmologistas, cirurgiões cardiotorácicos, urologistas, cirurgiões gerais, neurocirurgiões, ortopedistas e otorrinolaringologistas deverá sofrer um aumento considerável.

No Brasil, a desospitalização é um fenômeno previsto pelos especialistas que deve ocorrer nos próximos anos, visto que por conta dos avanços tecnológicos o paciente vai permanecer menos tempo internado. Na Europa e na Suécia, 30% dos leitos de hospital desapareceram por conta de ações preventivas. Métodos de tratamento novos e mais efetivos encurtaram a permanência dos pacientes nos hospitais, oferecendo cuidados externos.

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