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Especial: Fleury desenvolve projeto de Engenharia Clínica

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Tendo em vista que facilities são todos os serviços que estão por trás da assistência médica em si, o grupo Fleury apresenta a estrutura organizacional do departamento de Engenharia e Manutenção, o qual é responsável pela gestão estratégica dos equipamentos diagnósticos do grupo.

Atualmente, o grande mote dos diretores das empresas é a redução de custos, seguida de alta qualidade e agilidade. Para isso, João de Lucca Souza, gerente corporativo de Engenharia e Manutenção do Fleury disse que é preciso “utilizar as ferramentas de qualidade para realmente otimizar os processos e conscientizar os colaboradores”.

No Fleury, o departamento de Engenharia Clínica é responsável pela manutenção planejada, registro de atividades, acordar e integrar as expectativas de atendimento com os usuários e prestadores, bem como realizar um trabalho de indicadores de desempenho dos equipamentos. “Assim, é possível identificar se um equipamento quebrou repetitivamente e qual foi o motivo disso. Podemos trabalhar em cima de metas e estipular itens a cumprir para cada unidade de negócio do grupo”, pontua Souza.

Porém, de acordo com o gerente, a manutenção inteligente dos equipamentos que o Grupo já possui é essencial. Mais que isso, é preciso padronizar e controlar os projetos técnicos, obras e patrimônio. No entanto, Souza alerta que “não adianta ter conceitos , porque o processo como um todo tem que ser consistente. Afinal, as ações podem envolver custos em caso de falhas e erros”.

Segundo Helder José Celani, que também atua no departamento de Engenharia Clínica do Fleury, a engenharia deve raciocinar junto com os médicos e fornecedores para entender as necessidades e expectativas dos pacientes.

O setor de Saúde vive uma fase de terceirização de serviços, desde lavandeira, limpeza, segurança até os equipamentos. Quando se fala em terceirização, Celani tem três principais dicas. “Os contratos de gestão com terceiros deve ser estudado, de forma que se possa identificar a melhor forma de estabelecer a manutenção preventiva, por exemplo. Mais que isso, é preciso analisar os riscos da aquisição de um equipamento ou outro, porque inicialmente ele pode satisfazer as necessidades, mas a longo prazo pode trazer problemas. E, por fim, internalizar serviços por meio de treinamento pode ser uma saída para evitar que um equipamento fique muito tempo inutilizado em caso de quebra”, conclui o gestor.

*João de Lucca Souza e Helder José Celani participaram do evento “Gestão de Serviços Hospitalares” do International Business Communications (IBC), no dia 21 de janeiro, em São Paulo.

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