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Entidades médicas querem fim de atendimento a presos em hospitais gerais

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O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), Associação Paulista de Medicina (APM) e Academia de Medicina de São Paulo, publicaram nota conjunta exigindo que as autoridades estaduais suspendam em todo o Estado o atendimento a presos realizado em hospitais gerais. O principal motivo foi a invasão ocorrida no último dia 18, em que homens armados invadiram o Hospital São Luiz Gonzaga, no Jaçanã na capital paulista, na tentativa de resgatar um detento. Segundo as entidades este não é o primeiro episódio e as autoridades não tomaram providências quando notificadas após as ocorrências anteriores, a exemplo das invasões aos Hospitais Heliópolis (capital) e Mirandópolis (interior), ambas em 2005.
As entidades propõem o aumento da capacidade do Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário de São Paulo. O documento está sendo encaminhado às autoridades públicas do Executivo estadual (Governador, Secretários de Segurança Pública, Administração Penitenciária, Saúde e Justiça e Defesa da Cidadania); Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo; Ministério Público Estadual, Defensoria Pública do Estado de São Paulo; Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

       
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