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Ensinar prevenção no AME

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A primeira unidade do Ambulatório de Especialidade da Grande São Paulo tem capacidade para realizar mais de 13 mil consultas e 31 mil exames de apoio ao diagnóstico por mês e será referência para os 400 mil habitantes da região.

A população terá a disposição 25 consultórios instalados com sala para curativo, medicação, enfermagem e repouso. Entre as 23 especialidades oferecidas estão alergologia, acupuntura, cardiologia, neurologia e oftalmologia, etc

Não há duvida nenhuma que é uma grande melhoria do atendimento básico para essa população pobre da Capital de S.Paulo, mas falta nessa unidade a criação de um núcleo para ensinar prevenção das doenças crônicas e seus efeitos evolutivos das doenças em geral, principalmente nos idosos

Os ambulatórios precisam ter um auditório para dar aulas para diabéticos, obesos, artríticos, hipertensos, etc, etc poderem cuidar de suas dietas e medicamentos. Alem disso o AME precisa ter uma estrutura telefônica tipo call center para que as enfermeiras e voluntárias façam uma monitoração desses pacientes crônicos. Vejam http://ram.uol.com.br/materia.asp?id=1052 um programa desses realizados com diabéticos nos E.Unidos e publicado no Ann Fam Med. 2008;6:512–518.

Prof. Dr. Jose Knoplich, PhD em saúde publica, reumatologista e introdutor da Escola de Postura no IAMSPE para pacientes com dor na coluna e fibromialgia. Editor medico dos sites www.ram.uol.com.br e www.intramed.uol.com.br

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