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Emprego Insdustrial: em paralelo à produção

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Em novembro, o emprego industrial assinalou estabilidade em comparação ao mês imediatamente anterior na série livre de efeitos sazonais. Acompanhando o movimento de estagnação da produção industrial, o emprego no setor não registra variações desde agosto de 2010. Na comparação mensal (mês/ mesmo mês do ano anterior), o contingente de trabalhadores no setor industrial atingiu crescimento de 3,0%, décima taxa positiva, porém a de menor magnitude dos últimos nove meses. No acumulado entre janeiro e novembro de 2010 frente a igual período de 2009, o emprego fabril registrou alta de 3,4%. No acumulado nos últimos doze meses em relação a período imediatamente anterior, o emprego obteve acréscimo de 2,9%, comparativamente a 2,3% obtido em outubro.
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Regionalmente, no confronto entre novembro de 2010 e novembro de 2009, o emprego industrial ampliou-se em todas as quatorze regiões pesquisadas pelo IBGE. São Paulo (2,1%) exerceu o maior impacto positivo na taxa global, seguido pela região Nordeste (3,8%), Rio de Janeiro (7,0%) e Minas Gerais (3,6%). As outras localidades tiveram o seguinte desempenho: Bahia (7,8%), Espírito Santo (5,8%), Pernambuco (4,2%), Santa Catarina (3,5%), Ceará (3,1%), Sudeste (3,0%), Sul (2,9%), Rio Grande do Sul (2,8%), Norte e Centro-Oeste (2,7%) e Paraná (2,4%).
No acumulado entre janeiro e novembro em comparação aos mesmos onze meses de 2009, todas as localidades apresentaram queda no contingente de pessoal ocupado, com destaque para São Paulo (2,8%), região Nordeste (5,1%), região Norte e Centro-Oeste (4,2%), Rio Grande do Sul (4,0%), Rio de Janeiro (5,6%) e Santa Catarina (3,4%). Os resultados das demais localidades foram: Ceará (7,0%), Bahia (6,5%), Pernambuco (6,2%), Espírito Santo (6,0%), Sudeste (3,0%), Sul (2,9%), Minas Gerais (2,0%) e Paraná (1,1%).
Em termos setoriais, na comparação com mesmo mês do ano anterior, houve aumento do emprego em doze dos dezoito ramos pesquisados. Os segmentos que representaram as maiores contribuições positivas foram: máquinas e equipamentos (9,8%), meios de transporte (9,1%), produtos de metal (9,3%), borracha e plástico (9,0%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (8,7%). Por outro lado, papel e gráfica (-7,5%), refino de petróleo e produção de álcool (-11,5%) e vestuário (-3,2%) foram os principais impactos negativos.
No acumulado no ano, o emprego industrial avançou em catorze setores, sendo que máquinas e equipamentos (7,3%), produtos de metal (6,8%), meios de transporte (5,6%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (7,0%), calçados e couro (6,1%) e borracha e plástico (6,2%) foram os destaques positivos mais significativos, enquanto vestuário (-2,2%) e madeira (-6,0%) foram os setores em que o número de admissões foi menor que o de demissões.
Número de Horas Pagas. O número de horas pagas obteve ampliação de 0,3% na passagem entre outubro e novembro na série livre dos efeitos sazonais, após duas quedas consecutivas (setembro, com variação negativa de 0,3% e outubro, de 0,6%). No confronto com o mesmo mês do ano anterior, a quantidade de horas pagas aos trabalhadores assinalou acréscimo de 3,6%. Regionalmente, os maiores impactos positivos vieram de São Paulo, (2,5%), região Nordeste (3,6%), Minas Gerais (4,6%) e região Norte e Centro-Oeste (5,0%). Em termos setoriais, o avanço se deu em doze das dezoito atividades pesquisadas, com destaque para máquinas e equipamentos (12,7%), meios de transporte (9,5%), produtos de metal (10,2%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (9,8%) e metalurgia básica (13,9%). Na comparação acumulada no ano, houve ampliação no número de horas pagas de 4,1%, enquanto nos últimos doze meses, a variação foi de 3,6%.
Folha de Pagamento Real. No mês de novembro, a folha de pagamento real na indústria apresentou queda de 1,3% em relação ao mês anterior, na série livre dos efeitos sazonais, após dois meses de crescimento. Frente a novembro de 2009, o resultado mantém-se positivo pelo décimo primeiro mês consecutivo (7,4%). Esse desempenho deveu-se ao acréscimo da folha de pagamento real em treze das catorze localidades e dezesseis dos dezoito setores pesquisados. Na comparação anual, essa variável cresceu 6,9% contra igual período de 2009, enquanto nos últimos 12 meses, a variação foi positiva em 5,7%.
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