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Em caso de Emergência, cheque o Twitter

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Comunidades online como o Twitter e Facebook podem ajudar as organizações de saúde, emergência e agências do governo a ficarem melhores preparados para responder às emergências, então é uma boa ideia integrar essas tecnologias no planejamento, segundo três profissionais da saúde pública. ?As mídias sociais estão mudando a maneira como as pessoas se comunicam não somente em sua rotina, mas também durante desastrem à saúde pública. O uso da mídia social pode ajudar o bom gerenciamento de emergências, incluindo médicos e profissionais da saúde pública, para um melhor posicionamento em desastres?, escreveram no comentário dessa semana do New England Journal of Medicine as Dras. Raina M Merchant, Stacy Elmer e Nicole Lurie, do Office of the Assistant Secretary for Preparedness and Response do U.S. Department of Health and Human Services. As autoras ? cujas afirmações são delas próprias, e não do HHS ? alertaram que o uso das mídias sociais devem vir para somar os programas já existentes. Merchant, Elmer e Lurie citaram incidentes em que a mídia social melhorou a comunicação tanto para a disseminação quanto coleta de informação crítica, entre elas o terremoto no Haiti em janeiro de 2010, o derramamento de óleo da Deepwater Horizon em abril de 2010, a influenza H1N1 em 2009, entre outros. Graças às preocupações com a H1N1 o Twitter da CDC –@CDCEmergency – sofreu um aumento de 65.000 para 1,2 milhões de seguidores no espaço de um ano. Serviços com base em localização ? como o Foursquare  – também têm seu papel no preparo e resposta. Pessoas que realizam o ?check in? em um local podem compartilhar informações sobre  riscos potenciais. As autoras observaram que alguns hospitais disponibilizam o tempo de espera em pronto-socorros e clínicas por meio do Twitter e apps de smartphones.  Elas porém alertaram que as equipes de planejamento e resposta devem estar cientes das limitações da mídia social, já que é difícil verificar a identidade dos usuários e a precisão da informação.

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