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Elaboração dos contratos entre médicos e operadoras deve ser intermediada

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A prorrogação do prazo para a assinatura dos contratos entre médicos e operadoras, a vencer no dia 17 de março, não deve resolver a questão entre as partes. Essa foi a conclusão do grupo de trabalho de monitoramento da contratualização, criado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), durante a reunião realizada na última semana. De acordo com Samir Dahas Bittar, diretor de Saúde Pública da Associação Médica Brasileira e presidente da Câmara Técnica da Contratualização, a ANS admitiu que a elaboração dos contratos precisa ser intermediada, mediante uma metodologia acordada entre os representantes dos médicos e de todos os segmentos do setor. Segundo ele, a expectativa é que a Agência crie uma câmara ou grupo de trabalho com este objetivo durante o mês de fevereiro. Além disso, Bittar afirma que apresentou à ANS sérias denúncias contra as operadoras por pressionarem os médicos a assinarem contratos abusivos.
O executivo também participou da reunião da Câmara Técnica de Contratualização na qual teve continuidade a discussão de um contrato-padrão de prestação de serviços a ser assinado entre os médicos e as empresas filiadas ao grupo Unidas. De acordo com Bittar, muitas cláusulas positivas já foram acordadas, o que demonstra a boa vontade para a negociação
O próximo encontro está agendado para esta quarta-feira (02/02), das 9h às 17h, também na sede da AMB. O objetivo é concluir o trabalho em breve e já apresentá-lo à classe médica, indicando alguns pontos de discordância que terão de ser negociados regionalmente.

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