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Edwards: Válvula transcateter deve impulsionar crescimento

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Irvine, Califórnia – Com expectativas de faturamento de US$ 2 milhões em 2009, as novas válvulas transcateter Edward SAPIEN, da Edwards Lifesciences, contribuiram com US$ 13 milhões das vendas da unidade HVT (Heart Valve Therapy – válvulas cardíacas), que totalizaram US$ 148,4 milhões no terceiro trimestre, e devem encerrar o ano com US$ 15 milhões. “Os resultados excederam as nossas expectativas mais otimistas”, avalia o vice-presidente corporativo da unidade HVT, Larry Wood.
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O produto já está sendo comercializado na Europa, mas aguarda liberação do FDA (Food and Drug Administration – órgão regulador dos Estados Unidos) para ser vendido nos EUA. “Já temos alguns hospitais interessados, mas estamos na fase de testes clínicos. Além de fornecer para a Europa, também temos boas expectativas com relação a outros países que aceitam a marca CE como certificado, como Israel, Turquia e Romênia. Outros focos de expansão serão Austrália e Nova Zelândia.”
Por enquanto, a tecnologia não está disponível para qualquer tipo de hospital. “É um dispositivo caro e que exige treinamento para o uso. Geralmente, selecionamos seis pessoas da equipe de cirurgia do hospital e damos aulas teóricas e práticas. Eles treinam num simulador antes de poder implantar nos pacientes. Também verificamos se o hospital tem estrutura para oferecer esta nova tecnologia e se poderia adotar o procedimento rotineiramente, porque, com tanto investimento em treinamento, não podemos fornecer para instituições que façam apenas uso esporádico da tecnologia”, explica Wood.
Para Wood, o investimento inicial mais alto se justificará pela redução no tempo de internação. “Como a válvula é implantada em pacientes de alto risco de forma minimamente invasiva, o período de alta cai para dois ou três dias. A cirurgia minimamente invasiva ajudará a tratar até mesmo os pacientes que não são submetidos ao atual procedimento de campo aberto, que acabam voltando diversas vezes ao hospital por uma piora em sua condição clínica e até mesmo ataques cardíacos”, conclui.
* Cylene Souza viajou a convite da Edwards Lifesciences

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