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DST- Infectologista alerta sobre o risco de contaminação no Carnaval

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A chegada do Carnaval traz uma preocupação antiga: as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST). É no tempo de folia que muita gente esquece-se da saúde e embarca nos prazeres que vêm de carona na festa mais popular do país.

Em toda edição do Carnaval, o foco das campanhas governamentais está no uso de preservativos. Afinal, é a maneira mais segura de garantir que, após tanta alegria, não venha o arrependimento com o diagnóstico de uma doença incurável, como, por exemplo, a Aids.

O foco das campanhas carnavalescas sempre foi nos jovens, mas, neste ano, o público atingido pela mídia são mulheres acima de 50 anos. “Muitas delas não costumam usar preservativos nas relações sexuais o que aumenta o risco de serem contaminadas por uma DST”, argumenta o infectologista do Hospital e Maternidade MadreCor, Vinícius Costa.

Dado confirmado por uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, por meio da qual foi constatado que 72% das mulheres com mais de 50 anos não usam camisinha nas relações com parceiros casuais.

O resultado disso traz um dado preocupante. Em 1996, havia 3,7 casos de Aids em cada grupo de 100 mil mulheres com mais de 50 anos, enquanto que, em 2006, a incidência subiu para 11,6 casos da doença.

DST

O infectologista Vinícius Costa explica: “DST são doenças causadas por vários tipos de agentes. Elas são transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha”.

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