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Dr.Miguel Srougi, a Gestão em Saúde e o Trabalho em Equipe !

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A transformação do profissional de saúde num gestor de saúde não é uma tarefa fácil. Além de conhecimentos técnicos que podem ser aprendidos nas boas pós-graduações em administração da saúde existentes no Mercado como a da FGV, o aspecto comportamental da gestão constitui um desafio tão grande ou maior do que o aprendizado da questão técnica.

Enquanto o médico é treinado para resolver o problema do seu paciente, sendo diretamente responsável por sua prescrição e pela intervenção cirúrgica, o gestor em saúde deve trabalhar em equipe e o sucesso das soluções propostas depende a coordenação dos esforços individuais liderados pelo gestor. Neste momento, começa a ficar clara a importância do líder, alguém que não apenas motiva as pessoas, mas que estabelece qual caminho deverá ser percorrido e qual o prazo para isso acontecer.

Neste sentido, vale citar o exemplo do Dr.Miguel Srougi, Professor Titular de Urologia da USP, que enquanto atuou na Escola Paulista de Medicina além de desenvolver o Departamento de Urologia do ponto de vista científico, se revelou um excente gestor ao reunir doadores privados entre seus pacientes, que possibilitaram a reforma da Enfermaria de Urologia do Hospital São Paulo, bem como a adequação posterior dos ambulatórios de atendimento. Como contrapartida, os doadores tiveram seus nomes gravados na placa de inauguração da enfermaria e no dia de sua inauguração, grandes empresários responsáveis por parcela significativa do PIB do Brasil estiveram presentes na inauguração celebrando esta parceria do público com o privado.

Em recente palestra no GV Saúde, Januário Montone, Secretário da Saúde da Cidade de São Paulo, ao analisar as parcerias público-privadas que a cidade de São Paulo está realizando destacou o aumento significativo de cobertura de equipamentos de saúde que houve nos últimos anos, contudo como atender a todos que necessitam, se ainda falta dinheiro e gestão?

E o médico em seu consultório privado não deve subestimar o poder das redes sociais que o envolvem. Quem encaminha pacientes para ele e para quem ele encaminha? Ou, quais suas referências e contra-referências? Como ele pode agregar valor para o paciente? O Laboratório Femme em São Paulo, manda comunicação aos pacientes avisando que os exames já foram realizados há mais de um ano e sugere que o paciente vá ao médico realizar novo acompanhamento.

Hoje, ao acordar para um dia repleto de atividades, descobri que estava sem a chave de casa e que não havia como me trazerem a chave de volta. Faltando uma hora  e meia para  a primeira reunião importante do dia uma decisão crucial a ser tomada; chamar o chaveiro ou mandar a chave vir de taxi. Teoricamente, as duas decisões teriam custo financeiro semelhante e tempo aproximado, com uma vantagem para o táxi, pois ao chegar o serviço estaria pronto, enquanto o chaveiro necessitaria de um tempo adicional. Optei então pela chave vir de taxi. Opção que se mostrou extremamente mais demorada em função do trânsito caótico de São Paulo. Contudo, ao chegar ao trabalho a reunião que eu participaria, já havia começado sem prejuízo algum, pois eu já havia separado o material preparado e solicitado auxílio para a  equipe com  a apresentação. Concluindo, o gestor é um ator fundamental para orientar e garantir a realização doss processo, porém é o trabalho em equipe que nos permite superar as adversidades e atingir os desafios propostos.

Atenciosamente,

Fernando Cembranelli

Equipe EmpreenderSaúde

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