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Distribuição de genéricos amplia indústria farmacêutica

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Uma pesquisa realizada pelo IMS Health, apresentada durante a palestra realizada na Abradilan Farma & HPC 2011, em Belo Horizonte, MG, mostrou que o Brasil representa 42% do setor farmacêutico na América Latina. Além disso, foi constatado que a distribuição dos genéricos aumentou, atingindo maior número de pontos de venda no varejo. Desta forma, a população das áreas periféricas passou a ter mais acesso aos medicamentos, fazendo com que, consequentemente, as pequenas e médias redes de farmácia e drogarias crescessem.
De acordo com o estudo, os dados são resultado dos expressivos crescimentos que ocorreram no País, como a melhora na distribuição de renda, o aumento do consumo e a baixa taxa de desemprego.

Segundo a Associação Brasileira dos Distribuidores de Laboratórios Nacionais (Abradilan), a participação dos fornecedores regionais é importante, pois são eles os responsáveis pelo acesso dos medicamentos em regiões mais afastadas
De acordo com o estudo do IMS Health, de um total de 59.951 farmácias no Brasil resultando em um faturamento de 34 bilhões de reais, 12.342 lojas são atendidas prioritariamente pelos distribuidores regionais e movimentam 4,4 bilhões de reais por ano.
Perspectivas
De fato, a Abradilan, que hoje conta com 116 associados, atesta o otimismo no setor. Uma enquete realizada recentemente pela associação, para avaliar as perspectivas de crescimento dos negócios para 2011, concluiu que:

  • 27,87% deles projetam um crescimento de até 10%.
  • 26,23% projetam um crescimento de 11 a 20%.
  • 22,95% projetam um crescimento de 21 a 30%.
  • 22,95% projetam um crescimento superior a 30%.

 Outra enquete realizada para identificar as projeções de investimentos dos associados, mostrou que:

  • 7,79% projetam investir na ampliação do Centro de Distribuição.
  • 42,31% projetam investir na qualificação da equipe de colaboradores.
  • 44,23% projetam investir na qualificação da equipe de colaboradores e na ampliação do centro de distribuição.
  • 5,67% não irão fazer investimentos neste ano.

A empresa concluiu que 2011 será bastante promissor para os distribuidores, pois está na mão deles a garantia de maior alcance dos medicamentos das empresas produtoras e a sobrevivência do pequeno estabelecimento farmacêutico.

 

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