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Dezembro organizacional

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Ano este presenteado com eleições para mudanças políticas, que por si só já instalam um clima de incertezas no íntimo de todos, de dúvidas, receios pelas possíveis alterações no cenário sócio- econômico do país… entre outras tantas. Temporada em que mais uma vez o velho e bom clima nostálgico do Natal preenche o coração de todos e toma conta das empresas contudo, em muitas delas, “mais uma vez” misturado em angústia de uns diante de tantas tarefas ainda pendentes e tão pouco tempo para concluí- las, e ansiedade de outros diante de um futuro de incertezas e inseguranças.

Poderíamos até apelidar este repetitivo período como “o da Síndrome do Pânico Corporativo” (termo este que acabo de criar!).

E então eu, espectadora destes cenários internos – e quando possível prescritora de tratamentos preventivos ou curativos à Síndrome – apimento a reflexão questionando os amigos gestores de todas as dimensões (os estratégicos, os de pessoas, os de processos e os de qualidade), e pergunto: Porque¿ Porque ainda permitimos que um cenário tão comum e previsível de insegurança se instale em nossas equipes ao final de todos os anos¿

Vale lembrar que esta síndrome não necessariamente tem sintomas diagnosticáveis a “olhos nus”, facilmente refletidos nos resultados da empresa mas, na qualidade dos fazeres, nos rostos, gestos e falas de seus colaboradores, ou seja, nos nervos e comportamentos! Infelizmente este é um marcador que raros medem por indicador e muitos não têm o hábito de observar e monitorar, mas que TAMBÉM REFLETE A QUALIDADE DA GESTÃO!!!

O que falta para que gestores estratégicos, de qualidade e de pessoas entendam que a boa gestão tem como cabeça ferramentas estratégicas objetivas e imprescindíveis como diagnóstico, análise e discussão de resultados, comunicação de metas para o próximo ano, planejamento de ações… em conjunto com sua equipe, de forma participativa, democrática e que denote que todos continuarão no time; Como corpo, as ferramentas que otimizam e humanizam a gestão, como a integração, o feedback construtivo, a comunicação clara e transparente, o foco em perceber necessidades, dar suporte, avaliar e desenvolver seu time – afinal, os membros deste corpo.

Perceber necessidades, reduzir ansiedades, humaniza a gestão e traz maturidade e qualidade a ela!

E você, amigo gestor, já interagiu com seu time para analisar os resultados em equipe, comemorar acertos, discutir erros, dar feedbacks construtivos, comunicar, planejar, evoluir e apaziguar¿

Que tal neste Natal, apesar daquela cesta de guloseimas, sua equipe receber pessoalmente seu reconhecimento dos esforços independente dos resultados¿ Substituir a ansiedade e a insegurança do momento por satisfação e segurança de “continuar fazendo parte do time” pode ser o presente de menor custo e maior valor!!!

Um abraço à todos, com votos renovados de sabedoria e sucesso!

*Fabiana Capitani: Enfermeira pela UFPR em 2003, atuou no staff de Gestão Estratégica de Processos e da Qualidade em Serviços de Saúde de Referência Regional e Nacional, no segmento Hospitalar Público, Hospitalar Privado, de Medicina Diagnóstica, Operadora de Saúde/ Auto Gestão. Docente em cursos da Saúde. Consultora em Diagnóstico, Planejamento, Gestão e Qualidade (Programas e Certificações). Diretora da Health Consultoria e Assessoria à Saúde Ltda.  

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