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Desospitalização e a sociedade

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Por definição o Hospital deveria atender somente casos agudos, partos, cirurgias e casos clínicos de definição em curto prazo. Isso significa os casos crônicos e de cuidados paliativos não seriam tratados em instituições hospitalares. Reabilitações, cuidados prolongados, atendimentos psiquiátricos e pacientes sob cuidados de clínicos gerais e idosos doentes são alguns dos casos que se enquadram na desospitalização. Essa tendência propõe a redução de custos nas despesas dos hospitais, sem prejuízo para os pacientes. Isso significa que as famílias têm que assumir os cuidados desses pacientes crônicos para liberar os leitos, para os hospitais se tornar mais rentáveis.

Para as operadoras de saúde , pacientes particulares e o Sistema Único de Saúde a modalidade implica na redução de custos, sem causar problemas de consciência para os gestores de saúde. As famílias de baixa renda não têm condições de assumir esses encargos, pois praticamente devem deixar um integrante do núcleo familiar sem trabalhar para assumir os cuidados paliativos. O Home Care não resolve esses casos.A Inglaterra resolveu esse dilema cobrando uma nova taxa para criar uma instituição que abrigaria esse tipo de pacientes em asilos maiores para deixa-lo por meses e se for possível para sempre pois se tornam idosos mais complicados de lidar por leigos

Dr. Jose Knoplich,reumatologista. editor cientificos dos sites www.ram.uol.com.br e www..intramed.uol.com.br, knoplich@uol.com.br

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