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Desaceleração em outros países pode ser positiva para Brasil

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Universalizar o acesso e melhorar a qualidade do serviço prestado: essas devem ser as principais preocupações do próximo governo em relação ao setor de saúde, na opinião do economista Ricardo Amorim.
 
Se, por um lado, a ampliação no número de pessoas atendidas já vem sido observada nos últimos anos, a melhora na qualidade é considerada por Amorim um desafio enorme.
 
“Mas o país tem condições de avançar”, opina. Para o economista, isso será possível se o Estado desenvolver um papel mais regulador e menos operador, criando condições para que o setor privado desempenhe seu papel de forma mais livre.
Amorim também tratou dos possíveis impactos para o setor de saúde brasileiro, caso os países desenvolvidos passem por uma desaceleração econômica.
“Com os países ricos crescendo menos e o Brasil crescendo mais, os fornecedores do setor vão ter que se voltar cada vez mais para os países emergentes e talvez nossas necessidades específicas sejam mais levadas em conta”, afirma. Assista à entrevista completa em nosso webcast.
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