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DE OLHO NO PRONTUÁRIO ELETRÔNICO

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Está na hora de as entidades e agências reguladoras abrirem os olhos para um prontuário eletrônico padrão no Brasil, que atenda via web a hospitais, clínicas e operadoras de saúde pública e privada, regulamentando a questão.

Hoje, proliferam no mercado as ofertas de prontuários eletrônicos de pacientes (PEP) dos mais variados tipos e quase sempre no formato customizado, ou seja, conforme o gosto do freguês.

Sabemos que mais cedo ou mais tarde as informações terão que ser compartilhadas com outros sistemas, não só para que todos tenham a história clínica completa do paciente, mas também pela portabilidade no caso dos planos de saúde.

Ao nos preocuparmos com a padronização do que deve e não deve constar no PEP e como os respectivos sistemas “conversarão” entre si, levamos os olhos para o futuro quando os nossos filhos já receberão o prontuário médico ao nascer, cujo registro o acompanhará até o último dos seus dias, estejam onde estiverem.

A Sociedade Brasileira de Informática em Saúde fará um congresso neste ano tendo o registro eletrônico como o tema central, o que é uma grande iniciativa, mas precisamos de mais, muito mais. E logo.

O setor público, por exemplo, começa a enveredar por esse caminho da solução interna, no caso a Justiça Federal, que com o chamado registro público de preços, permite que outros órgãos adotem idêntico modelo, evitando uma nova licitação, independentemente do que acontece no mundo exterior.

Josué Fermon

www.fermon.com.br

       
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