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Crianças são as maiores vítimas de viroses respiratórias típicas do outuno-inverno

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Pediatra ensina 11 regras para proteção contra as principais doenças desta época

“Não adianta bater, que eu não deixo você entrar”. Esta é uma quadra de um antigo jingle de uma loja famosa a respeito do frio. Mas bem poderia ser o slogan de uma campanha de atenção às doenças respiratórias, muito comuns nas estações de outono e inverno.

O clima seco deste período aumenta a incidência de viroses, principalmente as respiratórias, além do aumento das dermatites e dermatoses. “Embora muitas pessoas relacionem problemas respiratórios apenas com o inverno, na verdade os transtornos começam bem antes, principalmente em virtude da diminuição da umidade relativa do ar”, diz o médico Sylvio Renan Monteiro de Barros, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Embora o ser humano seja dotado de ‘barreiras’ naturais que impedem a entrada de viroses, algumas vezes o sistema imunológico não consegue conter o seu acesso, especialmente em crianças, cujo amadurecimento ainda está desenvolvimento. “Ainda que os brônquios sejam dotados de cílios, que arrastam para fora os microorganismos, em baixas temperaturas perdem eficiência, abrindo caminho para que as doenças se instalem. Além do sistema respiratório, outros inconvenientes bem comuns são a conjuntivite (olhos), dermatites e dermatoses (pele)”, completa dr. Sylvio.

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