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Cresce demanda de consultas em Pronto Atendimento

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O Pronto Atendimento da Unimed Goiânia, inaugurado em 1987, foi monitorado nos últimos 5 anos com vários indicadores quantitativos e qualitativos. O objetivo, segundo o diretor técnico dos RSP, Mauricio Guilherme C. Viggiano, é demonstrar se houve melhoria e efetiva contribuição do aprendizado nos resultados esperados, além de uma desejada troca de experiência entre as singulares.

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O período de avaliação foi de janeiro de 2004 a dezembro de 2008, em que vários indicadores foram pesquisados. “Um desses indicadores é a população coberta. Tivemos uma evolução da carteira de clientes, em 27%, com acesso ao uso do Pronto Atendimento. Foi notório o resultado econômico e financeiro positivo, cumprimos todas as exigências da ANS e o Pronto Atendimento mostrou capacidade de adaptação à variação de demanda”, explica Viggiano.

O número de atendimentos, também monitorado, teve uma crescente demanda de 56%. Em 2004, o número de atendimentos no Pronto Atendimento era em torno de 108 mil, passando a 169 mil, em 2008. “Notamos alguns fatores de interferência muito importantes: a sazonalidade da epidemia da dengue em 2008, que originou a criação do Grupo de Combate à Dengue, com equipe multiprofissional de suporte ao corpo clínico e de enfermagem, e a qualidade no atendimento atestada por pesquisa interna rotineira”.

Entre os demais indicadores estão: principais queixas, índice de produção por quadro de enfermagem, exames e internações geradas pelos atendimentos, educação médica e de enfermagem continuada, índice de reclamação registrada, índice de satisfação do cliente e produção do cooperado.

Segundo Viggiano, a produção médica tem aumentado a cada ano, bastando verificar o número de atendimentos desde 2004 até 2008 e multiplicar pelo valor médio pago à consulta, que foi valorizada em 20%. “Sabemos que o gasto com a saúde é cerca de 50% com as internações hospitalares, 45% com o atendimento ambulatorial e 5% com o pronto atendimento, que é a porta de entrada da internação hospitalar. Por isso, a viabilidade econômica de uma singular depende fundamentalmente de diversas questões essenciais para a alta performance da empresa”, finaliza.

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