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Controladoria e gestão de indicadores

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O Hospital São Rafael, na Bahia, busca garantir informações adequadas ao processo decisório corporativo por meio da controladoria, assessorando os gestores na busca da eficácia gerencial. Para um melhor resultado, o hospital optou por dividir a controladoria entre as áreas contábil financeira e a estratégica. “A área de gestão de riscos é muito interessante porque muitas vezes nos preocupamos com problemas macros e de políticas e muitas vezes dentro de ?casa” estão acontecendo casos que não se admitem. A controladoria tem funcionado como um despertador para soluções simples de problemas complicados”, avalia o diretor administrativo e financeiro do hospital, Eduardo Queiroz.

Através da controladoria os problemas de processos da instituição foram reconhecidos e padronizados para melhorar o desempenho a partir dos erros identificados. Classificada como uma área independente, a controladoria ainda está em fase de informatização. O fator humano é um dos principais motivos para que a área não esteja 100% digitalizada. “O humano erra. Então em algum momento alguma informação pode estar falha porque foi ocultada de forma deficitária. Mas estamos na busca da informatização.”

O hospital conta com cerca de 1,5 mil contratos, que também estão sendo informatizados com foco na redução de desperdícios e na perda de prazos. Segundo Queiroz, o projeto já aponta os benefícios padrões para uma boa negociação. “A informatização desses contratos é extremamente importante porque quando a corrente financeira é analisada se percebe um enorme estrondo”, comenta.

A parte de planejamento estratégico do Hospital São Rafael tem sido concluída pelo Conselho da unidade, de forma a definir as macros diretrizes. Já a controladoria fica responsável pelo acompanhamento de cobrança e auxílio.

Outra ferramenta operacional utilizada pelo hospital é o BI (Business Intelligence). Estrategicamente, o sistema proporciona caminhos e uma melhor flexibilidade para que a instituição compile as informações registradas em todo a unidade.  

Com receita bruta projetada em R$ 304 milhões, o orçamento do grupo São Rafael é diferente em cada unidade, sendo medido de acordo com os resultados e com o plano de ação. “Atualmente entregamos 66% das nossas contas. Não conseguimos ainda ter glosas zero, mas isso é um desafio grande da nossa instituição. Vou correr atrás de entregar 99% das contas”, almeja. Para Queiroz, a instituição precisa de um choque de gestão para melhorar o caixa. “Hoje temos um planejamento de cinco anos e ele já está sendo revisto.” A instituição realiza uma média de 35,9 mil internações e 27,2 mil cirurgias por ano.

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