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Conjuntura: os bons resultados do segundo semestre

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De acordo com dados da Fiesp, o índice do nível de atividade indicou que a indústria de São Paulo registrou crescimento de 0,6% em julho na comparação com ao mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal, após uma queda de mesma magnitude em junho. Na comparação com julho de 2009, a indústria paulista assinalou uma expansão de 7,2%. No acumulado do ano de 2010 em relação ao mesmo período de 2009, a variação chegou a 12,7%. Nos últimos doze meses, a produção industrial paulista mostrou-se 6,7% maior em comparação aos doze meses imediatamente anteriores. Ainda segundo a Fiesp, a indústria paulista utilizou 81,5% de sua capacidade instalada em julho, o que representou, frente o mês anterior na série com ajuste sazonal, um recuo de 0,2 p.p., após queda de 0,6 p.p. no mês anterior. Em comparação com julho do ano passado, houve um avanço de 1,3 p.p.. No acumulado do ano, a média do nível de utilização da capacidade instalada na indústria de São Paulo apresentou crescimento de 1,8 p.p. inferior ao desempenho do mesmo período de 2009. No acumulado dos últimos doze meses, foi observado acréscimo de 1,1 p.p. em comparação à média referente ao período imediatamente anterior. Já o emprego industrial assinalou crescimento em julho (0,6%) frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de efeitos sazonais – dados também da Fiesp. Em relação a julho de 2009, a variação foi positiva na ordem de 7,2%. No acumulado dos sete primeiros meses contra o mesmo período do ano passado, o emprego na indústria paulista registrou aumento de 4,0% e de 0,3% nos últimos doze meses (a primeira variação positiva após doze meses de quedas consecutivas).
Em julho, segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o consumo total de energia elétrica foi de 52.646 MW, contra 52.172 MW em junho. Em comparação com mesmo mês de 2009, observou-se um avanço de 7,2%, o nono crescimento consecutivo nesta base de comparação. Entre janeiro e julho de 2010, frente mesmo período do ano passado, o consumo de energia elétrica no Brasil assinalou acréscimo de 8,9%. Nos últimos 12 meses até julho, a variação acumulada foi de 5,9%. Regionalmente, na comparação mensal (mês/mesmo mês do ano anterior), todas as localidades registraram aumento do consumo de energia elétrica. As maiores variações positivas ocorreram na região Nordeste (8,6%), Sudeste/Centro-Oeste (7,7%) e Norte (5,8%); a região Sul obteve um resultado menor (4,7%). A variação acumulada nos sete primeiros meses do ano, frente ao mesmo período de 2009, revela alta nas quatro regiões: Nordeste (12,0%), Sudeste e Centro-oeste (9,8%), Norte (7,3%) e Sul (3,9%).
Segundo dados divulgados pela Associação Comercial de São Paulo, foram realizadas 1.905.957 consultas ao sistema SCPC (nível de atividade das vendas a prazo no varejo) no mês de julho. Frente ao mês imediatamente anterior na série dessazonalizada, as consultas assinalaram variação negativa de 1,2%, após caírem 0,5% em junho. Na comparação com julho do ano anterior, houve um avanço de 7,6%, o nono consecutivo. No acumulado dos primeiros sete meses de 2010, frente ao mesmo período do ano passado, verificou-se crescimento de 9,1% e, nos últimos 12 meses encerrados em julho, de 3,0%. Por sua vez, no mês de julho, foram realizadas 2.533.299 consultas ao sistema Usecheque, indicador das vendas a prazo. Com dados livres de efeitos sazonais, na passagem de junho para julho, as consultas apresentaram alta de 1,0%, após apresentar acréscimo de 0,8% em junho. Na comparação mensal (mês/ mesmo mês do ano anterior), esta variável apresentou variação positiva de 4,9%. As variações acumuladas no ano e em 12 meses até julho foram de, respectivamente, 6,0% 5,4%.
Dados divulgados pela Anfavea mostram que, em julho, a produção total de autoveículos foi de 315.879 unidades. A partir de dados livres de efeitos sazonais, observou-se que julho apresentou avanço de 0,5%, após registrar recuo de 6,0% em junho. No confronto com julho de 2009, a produção de autoveículos registrou crescimento de 12,0%, expansão superior ao mês anterior (junho obteve avanço de 7,7%). A produção total acumulou, nos sete primeiros meses do ano, acréscimo de 18,0% e, nos últimos 12 meses encerrados em julho, de 18,3%. O total de licenciamentos de carros nacionais em julho foi de 248.045 unidades, um crescimento de 2,3% frente ao mês imediatamente anterior na série livre dos efeitos sazonais. Esse montante representou uma expansão de 2,5% frente a julho de 2009, após decrescer 16,7% em junho. No ano até julho, o número de carros licenciados cresceu 4,2% e, últimos 12 meses, houve variação positiva de 11,1%. Já, no sétimo mês de 2010, foram exportados 64.864 autoveículos. Com dados livres de efeitos sazonais, houve um crescimento de 3,4% das exportações de autoveículos na comparação em julho frente a junho – após queda 9,0% neste mês. Quando comparado ao mesmo mês de 2009, observa-se acréscimo de 74,1%, devido, principalmente, à baixa base de comparação. Nas variações acumuladas, houve crescimento de 77,4% no ano e de 25,2% nos últimos 12 meses, ambos os períodos até julho.
De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR), na passagem de junho para julho, o fluxo total de veículos nas rodovias pedagiadas brasileiras aumentou 1,8% na série livre de efeitos sazonais, após queda de 0,4% no mês anterior. Em relação ao mesmo mês de 2009, o fluxo assinalou crescimento de 9,6%. A variação acumulada no ano, dessa forma, foi de 7,1%. Nos últimos 12 meses, a variação acumulada foi de 6,1%. Já a categoria de veículos pesados apresentou crescimento de 1,5%, após queda de 2,1% em junho. Na comparação com o mês de julho de 2009, houve acréscimo de 11,4%. Entre janeiro e julho em relação ao mesmo período do ano anterior, houve expansão de 11,0% e, nos últimos 12 meses encerrados em julho, o fluxo de veículos pesados cresceu 6,2%. Por sua vez, o fluxo dos veículos leves cresceu 1,8% em julho, segundo o indicador livre dos efeitos sazonais. No confronto com julho de 2009, houve ampliação do fluxo de veículos leves de 9,0%. Já nas variações acumuladas, no ano e nos últimos 12 meses até julho, as taxas foram de 5,9% e 6,0%, respectivamente.
 
 

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