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Congresso de Cirurgia Plástica destaca o que o especialista não pode fazer

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O que não deve ser feito. Esse foi o foco principal do XVII Congresso da Federação Ibero Latino-Americana de Cirurgia Plástica, realizada em Quito, no Equador. “A pauta do encontro foi marcada por discussões sobre procedimentos não aconselhados e pela busca por uma conduta conservadora”, destaca Dr. Fausto Bermeo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e um dos palestrantes do evento.

No topo da lista de procedimentos a evitar está a bioplastia, que ganhou notoriedade graças aos quadros de transformação veiculados em diversos programas de TV há alguns anos. “O uso do polimetilmetacrilato (PMMA),

material empregado na técnica para preenchimentos faciais e corporais, mostrou-se muito arriscado”, descreve o especialista. Após parecer do Conselho Federal de Medicina passou a ser evitado pelos principias serviços do País. Por conta dos efeitos colaterais – que vão da mudança de coloração da pele ao deslocamento do material – a técnica gerou um novo grupo de pacientes nos consultórios de cirurgia plástica. “É comum recebermos pessoas que necessitam realizar procedimentos complexos para a retirada do PMMA”, afirma o especialista.

Carla Furtado

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