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Confira entrevista com embaixador do Haiti

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Um ano depois do pior terremoto da história do Haiti, o país está longe do ideal. A conclusão é do embaixador do Haiti no Brasil, Idalbert Pierre-Jean, em entrevista à Agência Brasil. O diplomata afirmou que as dificuldades derivam principalmente da burocracia, que impede o desbloqueio dos recursos doados pela comunidade internacional.
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Emocionado, o embaixador apelou para que os “países amigos do Haiti” – grupo criado após o terremoto – mantenham as doações. “Acho que dificilmente o governo brasileiro pode fazer mais do que já fez. Mas diante do que ocorre no Haiti, mantenho o pedido para que a ajuda ao povo haitiano continue. O Haiti é um país pobre que hoje depende da ajuda internacional.”
A seguir, os principais trechos da entrevista de Pierre-Jean à Agência Brasil:
Como está a situação hoje no Haiti?
Objetivamente, a situação está muito mal. É preciso reconhecer e admitir. A situação só não está pior do que no dia 12 [quando houve o terremoto] e nos dias seguintes quando tudo estava muito destruído. O que vemos hoje é um pouco melhor do que naqueles dias [após o terremoto]: não estamos mais enterrando pessoas como antes, há menos gente nas ruas [por falta de moradia] e muitas pessoas conseguiram voltar para suas casas.
Há críticas sobre a lentidão no processo de reconstrução do país e também no que se refere à ajuda às vítimas. O que ocorre no Haiti?
Tudo que envolve fundos [de recursos] internacionais é complicado. Não se trata de falar mal [dos doadores]. Mas o dinheiro não está chegando. É fácil aprovar a doação de ajuda humanitária e de recursos. Mas não é simples desbloquear esses recursos. Não se pode confundir nem misturar o que é prometido com o que pode chegar ao país [que aguarda ajuda].
Esse tipo de crítica vale para o Brasil também?
Não, de jeito algum. O Brasil foi o primeiro país a enviar ajuda e entregar o prometido. Cerca de US$ 60 milhões foram enviados do Brasil para o Haiti logo depois do terremoto. Mas é preciso também distinguir os recursos destinados ao orçamento do Haiti e aos projetos de reconstrução.
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