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Concierge Corporativo: Qualidade de Vida e Produtividade em equilíbrio

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Um dos principais desafios para empresas e profissionais dos dias de hoje é o de manter altos índices de Produtividade, numa realidade corporativa cada vez mais competitiva.

A crença de que essa Produtividade só se atinge através de uma dedicação total ao trabalho ainda subsiste na maioria das empresas, sobretudo naquelas em que as lideranças ainda enxergam o ambiente de trabalho como uma extensão da visão centralizadora e unidimensional das suas vidas pessoais.

Porém, a transformação do Departamento de Pessoal em Gestão de Ativos Humanos é algo que, aos poucos, vai mostrando como essa relação entre Produtividade e Sacrifício é, na verdade, inversamente proporcional – ou seja, mais sacrifício, menos produtividade.

Qualquer organização de sucesso entende, nos dias de hoje, que o seu maior capital são as pessoas. O advento de novas tecnologias e a rapidez com que a informação trafega só acentuou aquilo que, já diziam os nossos avós: não existem duas pessoas iguais, cada um tem o seu valor e o seu próprio talento. E nunca se pagou tanto pelo talento individual como hoje.

Por isso, novas práticas, ferramentas e soluções gerenciais para minimizar esse “sacrifício” vão ganhando espaço, tornando-se parte fundamental da estratégia de crescimento de empresas e seus profissionais. Exemplos disso são os Programas de Qualidade de Vida, os Pacotes de Benefícios, o Concierge Corporativo, as Técnicas de Ócio Criativo e as Modalidades de Trabalho Flexível – tudo com o objetivo de promover um clima de integração e fidelização entre os colaboradores da organização.

Para concluir com um exemplo, veja um destes conceitos, o “Concierge Corporativo”. Nele, a empresa auxilia os funcionários (e até clientes!) a atingir o equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional, permitindo que eles terceirizem seus problemas. É um conceito ainda novo no Brasil, mas que já mostra diversos casos onde a Produtividade advém do bem-estar, do turnover e absenteísmo reduzidos, da redução de tarefas inúteis e da manutenção do foco nos negócios. A possibilidade do funcionário terceirizar seus problemas, sem qualquer distinção entre problemas relacionados ao trabalho ou à vida pessoal, faz com que o tempo do profissional seja melhor aproveitado, e garante que profissionais de alto custo estejam focados no que realmente importa para a empresa, e para suas vidas.

Formado em Engenharia Elétrica pela UNICAMP, pós-graduado em Marketing e com MBA pelo Insper. Atuou durante 8 na Ericsson Telecomunicações, onde era diretor. Atualmente é CEO da Prestus, empresa pioneira no conceito Clube de Serviços, tendo sido capa da revista PEGN de Setembro/2010.

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