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Comunicação em estabelecimentos de saúde

Para a Organização Mundial de Saúde garantir uma correta comunicação durante a transmissão do caso é uma das soluções para reduzir os danos causados aos pacientes durante a assistência em saúde. Os eventos adversos geram milhares de mortes em assistência em saúde além de gastos extras bilionários. Estima-se que só em 2015 o gasto realizado pelas Operadoras Privadas de Planos de Saúde ficou entre 5,19 a 15,57 bilhões de reais, oriundos de eventos adversos.
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As causas para isso são diversas, vão desde a estrutura física, falta de pessoal, falta de informatização, atendimento a compliance, até mesmo ao modelo de remuneração da prestação de serviços na saúde suplementar, que está baseado na quantidade de procedimentos e insumos e não na qualidade e controle dos processos assistenciais.

Segundo o Ministério da Saúde, na PORTARIA Nº 529, Art. 7º Compete ao Comitê de Implementação do Programa Nacional de Segurança do Paciente CIPNSP: I – propor e validar protocolos, guias e manuais voltados à segurança do paciente em diferentes áreas, tais como:  comunicação no ambiente dos serviços de saúde.

A Joint Commission International (JCI), relata que a efetividade da comunicação nas instituições de saúde reduz a ocorrência de erros e resulta na melhoria da segurança do paciente.

Em 2010, o National Quality Forum (NQF) definiu 34 práticas de segurança para a melhoria dos cuidados de saúde que são eficazes na redução da ocorrência de eventos adversos relacionados à assistência à saúde. Uma dessas práticas de segurança é a facilitação da transferência de informação e clareza da comunicação.

Nessa abordagem, a comunicação efetiva é um item da Gestão de Risco Sanitário e deve ser entendida como aplicação sistêmica e contínua de políticas, procedimentos, condutas e recursos na identificação, análise, avaliação, comunicação e controle de riscos e eventos que afetam a segurança, a saúde humana, a integridade profissional, o meio ambiente e a imagem institucional.

totvs-saude-gestao-tecnologia-erp-hospital-clinicas-seguradoras-2A tecnologia pode apoiar na redução deste fator de risco à medida em que por exemplo: disponibiliza softwares específicos em saúde com alertas específicos de Dosagem de Medicamento em prontuário eletrônico com campos bloqueados para obrigatoriedade de preenchimento; liberação de workflow de liberação de justificativas de medicamentos , facilita o acesso a informações de alergias e intolerâncias do paciente no momento do acesso ao prontuário e prescrição; organiza o planejamento terapêutico de forma a beneficiar o paciente em relação ao momento das aplicações de medicamentos ou intervenções da assistência; controles de infecção hospitalar; controles e agilidades no atendimento, interoperabilidade entre os diversos setores.

Veja o caso de sucesso de um hospital que melhorou sua comunicação garantido a segurança  do paciente:

Nos dias 16 a 19 de Maio na feira da Hospitalar a TOTVS estará presente apresentando como a tecnologia pode oferecer melhorias na comunicação de um hospital minimizando erros e integrando a comunicação.

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