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Complexo hospitalar planeja economizar até 40% do consumo de energia elétrica

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Maior complexo hospitalar do Norte e do Nordeste, o Real Hospital Português (RHP), em Recife, deu seus primeiros passos em 1855, quando o médico José D’Almeida Soares Lima Bastos, o então presidente do Gabinete Português de Leitura, reuniu membros da colônia portuguesa e fundou o primeiro hospital beneficente de Pernambuco, que inicialmente funcionou como centro de resistência para tratar as vítimas da epidemia de cólera que acometia a população na época.

Atualmente, o RHP ocupa um terreno de mais de 83 mil m2 e tem uma área construída de mais de 117 mil m2. O complexo hospitalar conta com mais de 60 clínicas, 3 laboratórios, 750 leitos e realiza mais de 17 mil atendimentos nas emergências, 2.500 internações e mais de 1.200 cirurgias eletivas por mês.

O RHP é reconhecido por ser o pioneiro ao realizar os primeiros transplantes de rim e de medula óssea no Norte e no Nordeste e de coração em Pernambuco. Para manter a qualidade e se destacar como um dos mais modernos centros médicos do país, o complexo hospitalar investe em equipamentos de ponta e instrumental médico, bem como na manutenção e na expansão de sua infraestrutura.

O Egas Moniz, inaugurado em 1998, é um dos edifícios do complexo hospitalar que passa por retrofit em seu sistema de climatização. Com nove andares, o prédio conta com central de emergência e urgência em clínica médica, cirurgia geral e vascular, ortopedia e traumatologia, otorrinolaringologia e neurologia. A unidade também tem sala de recuperação pós-anestésica, 28 leitos de UTI, bloco cirúrgico com sete salas e 71 leitos (inclui enfermarias e apartamentos) e, na cobertura, o salão de convenções.

Este edifício era dotado de ar condicionado split com expansão direta. Devido ao alto custo de operação e de manutenção, o RHP precisava de um sistema mais moderno e confiável, energeticamente eficiente e que utilizasse a CAG já existente. A elaboração do projeto de retrofit ficou a cargo da empresa WM ENGENHARIA, que projetou um sistema de climatização eficiente utilizando tecnologia de ponta, como válvulas de controle e balanceamento independentes de pressão para todos equipamentos e variadores de frequência para todos os equipamentos de ar condicionado fancoil. Nesta obra, a instaladora Comtel Engenharia optou pela aplicação das válvulas de controle independente de pressão AB-QM e dos conversores de frequência VLT® FC 51 e VLT® FC 101 da Danfoss. Com o retrofit do edifício Egas Muniz, o Real Hospital Português espera reduzir o consumo de energia em até 40%.

A CAG existente que atendia apenas o edifício Hospitalar, São João de Deus, com 15 pavimentos, está sendo ampliada e terá capacidade para atender todos os quatro maiores edifícios hospitalares do complexo – Egas Muniz, RHC, São João de Deus e Santo Antônio. O consultor Francisco Dantas, da Interplan, elaborou o projeto de ampliação da CAG e distribuição de água gelada para todo o complexo. Como a Central de Água Gelada possui produção de água gelada com temperaturas de 4°C e 10ºC para atender os edifícios hospitalares mais antigos, foi necessária a aquisição e instalação de uma válvula de três vias, do tipo misturadora, diâmetro de 10”, que tem como finalidade fazer a mistura das temperaturas, proporcionando uma água gelada com temperatura de 7ºC, que é a temperatura de projeto para atender os edifícios Egas Muniz e RHC.

Além da Central de Água Gelada e do edifício Egas Muniz, a Comtel Engenharia está executando em paralelo a climatização do novo Edifício Hospitalar Santo Antônio. Para esta edificação, o projetista Francisco Dantas, da Interplan, utilizou também válvulas de controle e balanceamento independente de pressão com atuadores proporcionais para os fancoils e fancoletes, bem como inversores de frequência para todos os fancoils da nova edificação.

 

 

       
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