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Como o Big Data tem mudado a maneira de cuidar da saúde no mundo

Você já deve ter parado para pensar na quantidade imensa de dados que cada um de nós gera todos os dias. Talvez fosse mais fácil de perceber quando tudo era anotado em papéis que se empilhavam nos cantos das mesas e nos imensos arquivos físicos – mas a verdade é que quanto maior o uso tecnológico, maior a geração de informações que precisam ser armazenadas e organizadas, ainda que não as vejamos. Para ter um exemplo prático e rápido, imagine a quantidade de exames médicos que foram realizados nos atletas durante as Olimpíadas do Rio, agora em 2016, e todo o seu processamento a tempo para todos os jogos. O Big Data é hoje a buzzword que define um segmento que deverá movimentar nada menos que US$ 46 bilhões em faturamento até o final do ano para os fornecedores de TI. Mas a verdade é que, apesar da dimensão bilionária, essa história ainda está no seu começo, tamanha a sua aplicabilidade nas mais diversas áreas. No entanto, talvez em poucas áreas o Big Data seja tão significativamente importante quanto na healthcare.

Há alguns anos pareceria ficção científica, mas hoje já é possível uma análise maciça de uma quantidade de dados inimaginável para prever epidemias, melhorar a qualidade de vida, curar doenças, descobrir padrões, evitar mortes desnecessárias. A população mundial está mais velha e, ao viver mais, gera também mais dados que, por sua vez, a ajudam a viver mais. Quanto mais e mais cedo se aprende e entende sobre o paciente, quanto mais precoce for o diagnóstico de uma doença, maiores as chances de sucesso do tratamento Por trás disso tudo, as informações são fundamentais – e impossíveis de serem processadas da forma como são e serão sem o Big Data.

Só que a presença e amplitude do Big Data pode ser muito maior do que se imagina, participando efetivamente da rotina diária e mudando a forma como a saúde é cuidada também de forma pessoal, individualizada. Basta acessar uma loja de aplicativos e ver a quantidade de apps voltados para a saúde, usados cada vez mais por quem quer melhorar hábitos, monitorar seu corpo, incrementar sua qualidade de vida. Isso sem falar nos wearable devices dedicados à saúde, que permitem que você acompanhe seu progresso e faça o upload de seus dados para serem compilados juntamente com muitos outros.

A ideia é que o Big Data permita que você compartilhe esses mesmos dados, colhidos diariamente, com seu médico, que os usará como parte importante do processo de diagnóstico e tratamento, por exemplo. Mas o alcance é muito maior, porque mesmo que não haja nada de errado com você, o acesso a enormes e sempre crescentes bancos de dados sobre o estado da saúde do público em geral permitirá que os problemas sejam detectados antes que ocorram e os remédios – medicinais ou educacionais – possam ser preparados antecipadamente.

É o Big Data revolucionando a saúde, propiciando trabalhos inovadores e possibilitando parcerias antes consideradas inusitadas, como entre os profissionais de saúde e os de TI, como a Aliança de Dados de Saúde de Pittsburgh – que visa levar dados de várias fontes (registros médicos e de seguros, sensores portáveis, dados genéticos e até mesmo uso de mídia social) para desenhar um quadro abrangente do paciente como um indivíduo, a fim de oferecer um pacote de saúde sob medida. Saúde personalizada e focada no paciente, humanizada através da tecnologia.

       

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