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Como a Solar Ear se tornou uma das empresas de saúde mais inovadoras do Brasil!

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Relativamente desconhecido do grande público, o empreendedor canadense Howard Weinstein está fazendo história com a empresa Solar Ear, que produz aparelhos auditivos de baixo custo(R$300)  recarregados a energia solar. Preocupado em disseminar esta tecnologia, não realizou patente de sua invenção, realizada com o apoio do IPT da USP e já exporta para mais de trinta países. Certamente, um empreendedor que o EmpreenderSaúde terá grande prazer de convidar para seus próximos eventos. Infelizmente, sua invenção ainda não está disponível comercialmente no Brasil, por ainda estar em análise na ANVISA. Será que este tipo de inovação disruptiva, poderá trazer uma alternativa viável para o crescente custo da saúde no Brasil e no mundo ?!

E como você contribuirá para a humanidade?!

Fernando Cembranelli

Equipe EmpreenderSaúde

O que faz da Solar Ear uma das dez empresas mais criativas do Brasil

Por Bruno Galo

Recentemente, o empreendedor canadense Howard Weinstein, que vive em São Paulo, recebeu a informação de que sua empresa, a Solar Ear, foi escolhida pela badalada revista americana Fast Company como uma das dez organizações mais inovadoras do Brasil.  A notícia deixou o empresário orgulhoso, especialmente pelo fato de que sua pequena companhia – tem apenas 30 funcionários – figurou no ranking junto com corporações do porte de Natura, Embraer e Petrobras. O que a colocou nesse seleto grupo foi o sucesso de seu aparelho digital de combate à surdez, que inovou no mercado ao usar baterias recarregáveis por energia solar ou luz elétrica. 

Outro ponto que o diferencia é o preço, muito menor que o da concorrência, permitindo assim o acesso por consumidores de baixo poder aquisitivo. O kit Solar Ear é vendido por R$ 300, valor bem inferior ao de outras marcas, que custam a partir de R$ 2 mil. Comercializado em mais de 30 países, o aparelho ainda não está disponível no País porque aguarda liberação por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Estamos há mais de um ano esperando a aprovação”, diz Weinstein.

A relação do canadense com o Brasil começou há sete anos, quando ele veio ao País dar uma palestra. Recém-separado na ocasião, Weinstein conheceu uma fonoaudióloga brasileira e se mudou para cá.  A Solar Ear, definida por ele como uma “empresa sem fins lucrativos e voltada para questões humanitárias”, nasceu em 2009. O projeto foi fruto de uma parceria entre a ONG Instituto Cefac, voltada a ações na área de saúde e educação, e a fundação filantrópica americana Lemelson.

Para criar o aparelhinho, a Solar Ear recebeu ajuda de engenheiros e pesquisadores do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT),  da Universidade de São Paulo. O detalhe é que a tecnologia desenvolvida não foi patenteada. “Se alguém quiser copiar nosso modelo, será muito bem-vindo”, afirma Weinstein. Isso porque, diz o empresário, seu objetivo é levar sua invenção para o maior número possível de pessoas no mundo inteiro.

Fonte: Isto é Dinheiro, Edição 706, 15 de Abril de 2010

Foto: Howard Einstein, fundador da Solar Ear

Saiba Mais:

www.solarear.com.br

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