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Combate à verticalização!

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Com o objetivo de ampliar a rede de atendimento dos 4.775 hospitais privados do país e o faturamento dos hospitais filiados amenizando a crise financeira, em especial daqueles que atendem ao SUS, a Federação Brasileira de Hospitais se associou à operadora de planos Gama Saúde. A rede, nomeada FBH Gama Saúde, também quer proporcionar maior concorrência aos hospitais administrados por grandes operadoras para enfrentar o processo de verticalização. Além disso, a união vai garantir o pagamento dos serviços médicos prestados por meio da Gama, assim como o atendimento a diversos planos de saúde administrados pela operadora, e maior força na negociação de tabelas.

“Com esse convênio o hospital passa a receber pacientes que ainda não recebia. A ideia principal foi de unir os hospitais no sentido de combatermos a verticalização que começou a haver no setor. Nós da FBH estamos unindo hospitais de médio porte, alguns de pequeno, de forma a trabalhar em rede usando a tecnologia que a Gama Saúde possui, diminuindo o risco de desaparecimento dessas instituições”, argumenta o presidente da Federação Brasileira de Hospitais, Eduardo de Oliveira. A meta é que os hospitais possam de uma forma ordenada trabalhar em grupo para ter aumento de receita.

“O fato é que temos como parceiras as associações estaduais em todo Brasil, e os estados, que são subordinados à federação, têm um número grande de hospitais que atendiam ao SUS e estão deixando de atender, ou gostariam de atender convênios, e mesmo esses que atendem convênios gostariam de ampliar sua performance e clientela”.

Por outro lado, segundo ele, a Gama Saúde resolveu estruturar uma rede de prestadores de serviços para atender também operadoras e autogestões  que necessitam, às vezes, de recursos nos estados longe de sua base de atuação. Diante da demanda, surgiu a parceria que está sendo trabalhada há 4 meses e tem um prazo máximo de dois meses para ser concluída.

Com isso, Oliveira explica que o custo administrativo vai ser, talvez, menor em relação a um outro convênio. “O que existe é que a FBH entende que deveria cuidar dos hospitais menores para que eles sobrevivam dentro da rede privada”, conclui.

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