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Combate à dengue tem ações unificadas por documento

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O Ministério da Saúde lançou ontem (9) um documento que unifica todas as ações de combate e prevenção à dengue em todo o país.
O documento, chamado de Diretrizes Nacionais para Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue, traz ações e orientações para a assistência aos pacientes como classificação de risco para a prioridade no atendimento, a vigilância epidemiológica, o controle do mosquito transmissor da dengue e ações de comunicação e mobilização da população para que esta tenha informações de combate à transmissão da doença.
O objetivo é classificar os riscos nos serviços de saúde e promover uma assistência adequada ao paciente. Agora, com as ações unificadas, a vigilância epidemiológica será aprimorada para garantir a notificação, investigação, o monitoramento dos casos, bem como a redução da transmissão da doença.
De acordo com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, o documento traz um padrão de conduta para controle da doença. “[O documento] traz um padrão de conduta e ação para todos as regiões, estados e municípios, e também um padrão de atuação no caso do monitoramento de casos clínicos no momento de atendimento das pessoas, como atender com rapidez para que possamos ter a grande conquista que é reduzir e evitar o óbito e dar continuidade à estratégia de combate ao vetor [o mosquito]”, disse.
O ministro também disse que, neste ano, haverá a divulgação em tempo real, por meio da internet, dos casos de dengue em todos os estados. Segundo ele, isso vai permitir que gestores e a própria população tenham informações sobre a real situação de casos de dengue no seu estado e no seu município.
Temporão destacou que houve redução de 49,8% dos casos de dengue, de janeiro a junho deste ano, em relação ao ano passado, mas disse que o Brasil ainda está longe de ter o controle da doença.
“Temos que dar continuidade e sustentabilidade a essa estratégia para que, nos médio e longo prazos, a gente possa ter resultados permanentes. São múltiplas estratégias onde questões ambientais têm peso, onde saneamento tem peso, bem como educação, informação e mobilização têm peso”, disse.
 

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