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Cirurgias reparadoras representam 40% das plásticas realizadas no país

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Entre as chamadas cirurgias plásticas, as reparadoras ou reconstrutoras – que corrigem traumas adquiridos, seja por acidentes, queimaduras ou outros fatores externos – são algumas das que mais aparentam ter um aumento na demanda, na opinião do membro da direção da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e cirurgião plástico da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Douglas Jorge.

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De acordo com ele, mesmo sem ter números exatos e apesar de uma das maiores demandas, ao menos na instituição onde ele trabalha, ser de pacientes da dermatologia, a procura por correção de traumas tem crescido de forma visível. De acordo com  dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), atualmente, 40% das plásticas realizadas no Brasil são cirurgias reparadoras.

“Com esse aumento da violência, o número de seqüelados de trauma aumentou significativamente, traumas menores ou maiores, mas que deixaram algum tipo de seqüela, algum defeito, o indivíduo perdeu um pedaço da orelha, do nariz, do lábio, da mão, e ele procura cirurgia plástica chamada reparadora, porque quer ter aquela estrutura refeita, quando é possível”, explica.

Segundo o ministério, o tipo mais comum de cirurgias reparadoras no Sistema Único de Saúde (SUS) são as de reconstrução das mamas, utilizadas em casos de câncer em que a mulher teve que ser submetida à mastectomia (retirada total ou parcial do seio), responsáveis por 27% dos procedimentos realizados.

Outras também bastante comuns, segundo o ministério, são as de retirada de tumores da pele, como melanomas, tratamento de queimaduras agudas ou crônicas, e correção de traumas leves de pele e osso.

Em 2004, de acordo com o MS, foram realizadas 80 mil operações plásticas no país, que já ocupa o segundo lugar no ranking dos países que mais realizam procedimentos desse tipo, perdendo apenas para os Estados Unidos. Em 2007, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), foi alcançada a marca de 700 mil plásticas em todo o território nacional, incluindo as feitas pelo SUS, por planos de saúde e particulares.

       
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