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CIRURGIA SEGURA: O QUE OS PACIENTES PRECISAM SABER

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Por aqui o tema ainda é pouco debatido, mas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa a preocupação com a segurança dos procedimentos cirúrgicos é recorrente. Tanto, que para obtenção da Acreditação Hospitalar concedida pela Joint Comission International (JCI) – privilégio de poucas instituições brasileiras, como Albert Einstein, Sírio Libanês e Oswaldo Cruz – a implantação do Protocolo de Cirurgia Segura é passo imprescindível. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo anualmente 7 milhões de pacientes sofrem complicações após intervenções cirúrgicas e, desses, 1 milhão vão a óbito. Muitas complicações e mortes podem ser evitadas com a implantação de rotinas simples. E é isso que prega a JCI, representada no País pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação. O Protocolo de Cirurgia Segura implica na utilização de um checklist para verificação de pontos-chave antes de fases específicas da assistência perioperatória. “A primeira checagem se dá antes da anestesia e visa garantir que o procedimento correto seja realizado no paciente correto e na região do corpo correta”, descreve Rejane Mariotto, diretora de qualidade e segurança do Hospital Brasília, primeira entidade das regiões centro-oeste e norte em fase de preparação para a Acreditação Internacional pela JCI. Espera-se que, com o tempo, a disseminação de informações sobre a Cirurgia Segura dê ao paciente a condição de verificar e até exigir que a instituição na qual será operado ofereça as condições ideais.

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