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CFM traça perfil do médico nordestino

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O Conselho Federal de Medicina acaba de lançar o livro O médico e seu trabalho ? Resultados da Região Nordeste. O projeto é parte da Pesquisa sobre Qualificação, Trabalho e Qualidade de Vida , que coletou dados de 2.727 profissionais de todas as especialidades. De acordo com o perfil, os médicos nordestinos são predominantemente do sexo masculino, na proporção de dois para um e a profisão é exercida por profissionais com menos de 45 anos (64%), no próprio estado (73,9%), principalmente nas capitais (80%).
A proporção é de 0,86 médicos por mil habitantes, índice menor do que a média brasileira, de 1,38. O menor índice é encontrado no Maranhão, 0,39.
Os profissionais formaram-se majoritariamente em instituições públicas (88,4%) e a maioria cursou pós-graduação (75,7%) e 54,6% conquistaram título de especialista.
O índice de desemprego é baixo e a maioria dos entrevistados acumula duas ou três atividades (51,8%). Para 89,8% o exercício profissional é desgastante.
A principal especialidade exercida é a clínica médica (10,7%), seguida por Ginecologia e Obstetrícia (10,4%).

       
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O Conselho Federal de Medicina acaba de lançar o livro O médico e seu trabalho ? Resultados da Região Nordeste. O projeto é parte da Pesquisa sobre Qualificação, Trabalho e Qualidade de Vida , que coletou dados de 2.727 profissionais de todas as especialidades. De acordo com o perfil, os médicos nordestinos são predominantemente do sexo masculino, na proporção de dois para um e a profisão é exercida por profissionais com menos de 45 anos (64%), no próprio estado (73,9%), principalmente nas capitais (80%).
A proporção é de 0,86 médicos por mil habitantes, índice menor do que a média brasileira, de 1,38. O menor índice é encontrado no Maranhão, 0,39.
Os profissionais formaram-se majoritariamente em instituições públicas (88,4%) e a maioria cursou pós-graduação (75,7%) e 54,6% conquistaram título de especialista.
O índice de desemprego é baixo e a maioria dos entrevistados acumula duas ou três atividades (51,8%). Para 89,8% o exercício profissional é desgastante.
A principal especialidade exercida é a clínica médica (10,7%), seguida por Ginecologia e Obstetrícia (10,4%).

       
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