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CFM quer incentivar criação estruturada de CTQs

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O Conselho Federal de Medicina (CFM) se reúne na segunda quinzena de fevereiro para discutir a criação de um protocolo de atendimento às vitimas de queimaduras. A finalidade é orientar os médicos que não são especialistas, mas que estão nas emergências dos prontos-socorros. O presidente do CFM e coordenador da Câmara Técnica de Queimados, Antônio Pinheiro, disse que o primeiro atendimento é muito importante para a sequência do tratamento e que se o precedimento for feito de maneira adequada diminui o risco de mortalidade e de sequelas.
“Queremos elevar um atendimento primeiro para aquele médico da ponta do sistema, que não é especialista, para que tenhamos um atendimento igual, benfeito. Para que esse paciente, se necessário, possa ir para os grandes centros para continuar o tratamento com uma chance muito grande de se recuperar.”
O Médico comentou que o Brasil possui especialistas bem preparados, que tratam de queimados de maneira adequada, mas que o número de profissionais e de hospitais ainda é pequeno.
“Nosso sistema de atendimento é de boa qualidade, o centro de tratamento de queimados, nossos CTQs, são bem estruturados, mas eles são ainda em pequeno número. Talvez essa maneira de iniciar um trabalho venha incentivar os gestores a construírem, porque diminuirá muito o custo. Se você tiver um primeiro atendimento adequado na ponta do sistema e um atendimento especializado posteriormente, o custo social do paciente diminuirá muito.”
De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 130 mil pacientes com quaimaduras foram atendidos em estado de urgência nos ambulatórios no ano de 2009, desses, aproximadamente 15,5 mil foram internados para tratamento. O custo dessas internações ficou em torno de R$ 40 milhões.
*Com informações da Agência Brasil
 

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