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Brasil lança política pública para combater hemoglobinopatias

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O ministro da Saúde, Saraiva Felipe, assinou ontem a portaria que define diretrizes para a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme e Hemoglobinopatias, que atinge de 30 a 50 mil pessoas no Brasil. A meta do governo com o programa é aumentar a expectativa de vida do talassêmicos e falcêmicos. Dados do Ministério da Saúde, de 1996, indicam expectativa de vida de 18,6 anos para os falcêmicos no país. Em países com políticas específicas para a doença, como Estados Unidos e Cuba, o índice aumenta para 47 anos.
Entre as diretrizes estão a criação do cadastro nacional de portadores de anemia falciforme e outras hemoglobinopatias, diagnóstico precoce de recém-nascidos no Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN) e criação de uma rede pública de serviços de hemoterapia e hematologia (Hemorrede).
A Hemorrede estará articulada com políticas de trabalho e emprego, assistência social e educação.
A política deve garantir medicamentos e insumos, como bombas de infusão e filtros de leucócitos a todos os portadores das doenças. Hoje, 13 mil estão cadastrados no Sistema Único de Saúde (SUS).
Outras iniciativas são a capacitação de funcionários do SUS para orientar os pacientes e familiares e estímulo às pesquisas para novos tratamentos.

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