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Brasil apresenta nos Estados Unidos resultados da luta contra a Aids

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A política do governo Luiz Inácio Lula da Silva para a Aids foi apresentada ontem, em Nova York, pelo ministro da Saúde, Humberto Costa, em uma mesa redonda com líderes e personalidades de todo o mundo. As ações no combate à doença – produzindo grande parte dos medicamentos e colocando gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) – fez do Brasil uma referência no cenário internacional. Hoje, graças a campanhas específicas e coordenadas, a expectativa de vida dos portadores do vírus aumentou. O índice de doenças infecciosas, como a pneumonia, caiu 80% para 70%. O Brasil tem hoje 600 mil pessoas infectadas pelo vírus HIV, informa a Agência Brasil. O ministro da Saúde, Humberto Costa, trouxe a Nova York resultados positivos dessa política de controle da doença no Brasil. ?Em primeiro lugar o fato de que todas as estimativas eram de que o Brasil deveria ter 1,2 milhão de pessoas infectadas. Hoje, temos metade disso. Temos garantia do tratamento com os anti-retrovirais a todas as pessoas contaminadas e, ao mesmo tempo, uma política que tem procurado inserir os portadores do vírus, respeitando os seus direitos individuais?, ressalta o ministro.
Quanto à ajuda que o Brasil tem dado a outros países, o ministro Humberto Costa afirmou que existem vários tratados de cooperação internacional, especialmente, com países africanos. ?Em alguns casos, nosso apoio é de treinamento de profissionais, transferência de tecnologia, cooperação técnica e, em outros casos, isso incluiu o tratamento de pessoas. Temos convênio com dez países, onde cem pessoas de cada um deles são tratadas com medicamentos anti-retrovirais produzidos no Brasil?, disse Humberto Costa.
Sobre a criação de uma fábrica de medicamentos em Moçambique, com a ajuda do governo brasileiro, o ministro da Saúde afirmou que a discussão está em andamento e que os entendimentos que ocorreram até agora estão em fase preliminar. ?O assunto não é tão simples, porque requer transferência de tecnologia, recursos para investimentos. Estamos abertos a dar todo o suporte técnico para que Moçambique possa implantar essa produção. Creio, que não é uma coisa para curto prazo, mas ao longo desses quatro anos do governo Lula é possível que essa cooperação se torne mais íntima, mais próxima, para que possamos ter como resultado a produção de anti-retrovirais, na África, num país de língua portuguesa?, explicou.

       
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