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Automação torna teste de tuberculose mais seguro, eficiente e sem riscos

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O Dia Mundial de Combate à Tuberculose foi criado em 1982 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em homenagem aos 100 anos do descobrimento do bacilo da doença pelo médico Robert Koch em 24 de março de 1882. Embora a tuberculose pareça uma doença de antigamente, a realidade é bem diferente. Anualmente são notificados cerca de 6 milhões de novos casos em todo o mundo, levando mais de um milhão de pessoas a óbito.

O surgimento do vírus HIV e o aparecimento de focos de tuberculose resistente aos medicamentos agravam ainda mais esse cenário. No Brasil, a tuberculose é sério problema da saúde pública, com profundas raízes sociais. A cada ano, são notificados aproximadamente 65 mil casos novos e ocorrem 4,5 mil mortes em decorrência da doença. O País ocupa o 17º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo.

A tuberculose tem cura e o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente o tratamento. Contudo, é fundamental o diagnóstico precoce. A baciloscopia ou pesquisa de BAAR (bacilo álcool-ácido resistente) é uma metodologia utilizada para o diagnóstico laboratorial da tuberculose e acompanhamento da eficácia do tratamento, fundamentada na característica tintorial do bacilo de Koch (M. Tuberculosis) de reter o corante fucsina mesmo após descoloração com solução álcool-ácida. Os kits de coloração disponíveis no mercado brasileiro são para técnica manual e a grande maioria utiliza ainda a técnica de coloração a quente Ziehl-Neelsen.

“O grande problema é que o método Ziehl-Neelsen prevê que a coloração seja realizada de preferência dentro de uma capela de exaustão, pois há liberação de vapores tóxicos durante o aquecimento do corante fucsina. É recomendado que operadores utilizem máscaras, para evitar intoxicação”, explica Claudia Huerta, gerente de produto da linha de microbiologia da Vyttra Diagnósticos.

Para aumentar a eficiência e a produtividade do teste, bem como o tornar mais seguro para os profissionais que atuam nos laboratórios de diagnóstico in vitro e para o meio ambiente, a Vyttra Diagnósticos desenvolveu com exclusividade para coloração de lâminas de testes de tuberculose o equipamento SlideInk BK®, da marca Hemogram.

O corador SlideInk BK® é um sistema totalmente automatizado que utiliza a técnica de coloração a frio (Kinyoun), que exclui os riscos de toxicidade para o operador. Além de questões de biossegurança, o equipamento utiliza quantidade suficiente e padronizada de reagente para uma coloração satisfatória das lâminas, evitando o desperdício dos reagentes.

O equipamento é randômico com capacidade para 25 lâminas, podendo ser utilizadas amostras de escarro direto, escarro tratado, cultura líquida e demais fluidos corpóreos. O tempo de coloração para a primeira lâmina é de 20 minutos, com as demais lâminas em sequência, resultando em produtividade de 30 lâminas por hora. Além do equipamento, a marca Hemogram conta com um kit de corantes exclusivo.

“É um grande orgulho apresentar tecnologias que foram totalmente desenvolvidas no Brasil, pela equipe de pesquisadores da marca Hemogram. Isso vai ao encontro do propósito da Vyttra Diagnósticos de oferecer melhores resultados para os laboratórios e maior acesso do cidadão a um diagnóstico rápido e de qualidade”, finaliza Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos.

 

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