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Aplicações de voz para saúde

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No mundo de hoje, as organizações de saúde têm maneiras quase ilimitadas de alavancar novas tecnologias. Os consumidores estão se voltando para assistentes virtuais ativados por voz para tarefas que, anteriormente, utilizariam celulares, computadores ou interações humanas. “Alexa, tomei meu remédio hoje?” “Siri, chame a enfermeira por favor”. O papel dos assistentes por voz e a confiança que eles geram nos pacientes continuam a crescer. O objetivo é aumentar o envolvimento do paciente, melhorar os resultados e reduzir custos.

“Em um mundo perfeito, todos retornaríamos para os antigos episódios de Star Trek onde você poderia falar com o computador e fazer qualquer pergunta que você quiser. E um estilo mais conversacional e mais natural nas configurações de saúde “, disse Nathan Treloar, presidente e COO da Orbita.

Essa tecnologia pode auxiliar na coordenação de cuidados em lembretes para medicações, tratamentos a longo prazo, monitoramento de paciente, geração de relatórios, ou até mesmo instruindo-o com perguntas e respostas através de uma base de conhecimento, gerenciando suas condições e sintomas. Hoje, por exemplo, já é possível descobrir o tempo de espera em hospitais através da Alexa. Se você não estiver satisfeito com o resultado da informação, ela também pode te direcionar para outro atendimento com um tempo menor de espera em outro local.

Segundo o Gartner, até o final deste ano, 30% de todas as interações envolvendo tecnologia serão através de voz. Com isso, nós observamos mais avanços em tecnologia de voz nos últimos 30 meses do que nos últimos 30 anos.

“É muito provável que nossos netos riam de nós para sempre por termos usado um teclado”, disse Ben Greenberg, vice-presidente de produtos móveis e experiência do usuário da WebMD. “A fala é uma maneira mais natural, conveniente e mais rápida de se comunicar”.

Ainda de acordo com Nathan, um dos grandes desafios é fazer com que os pacientes se envolvam em seus próprios cuidados através de experiências digitais, como a interação por voz. Por isso existem certas precauções na construção dessas aplicações e muito treinamento computacional. É inviável transformar um texto de três páginas da internet em uma comunicação por voz. É preciso torná-lo interativo e conversacional, como se o paciente estivesse falando com outro humano. Há muito trabalho envolvido em entregar experiências baseadas em texto através da voz.

Já que pesquisas apontam que, até 2020, metade das pesquisas realizadas serão por voz, a segurança é um fator que merece atenção. O mercado ainda não se sente seguro em compartilhar informações sensíveis de pacientes nesta tecnologia. Os dispositivos estarão sempre ativados, e consequentemente escutando tudo a sua volta. Questões sobre privacidade, seja em contexto clínico ou pessoal, devem ser levados em conta na regulamentação do setor. Muitos ajustes devem ser realizados antes de uma implantação estruturada de assistentes por voz.

De qualquer forma, a tecnologia de voz está eliminando barreiras, comportamentais e físicas, e ajudando os profissionais e estabelecimentos de saúde a cuidar cada vez melhor de seus pacientes. Pacientes conectados fornecem melhores dados, intervenções precoces e melhores resultados, otimizando custos.

“É importante ter em mente que os assistentes de voz devem apoiar membros e pacientes em suas vidas diárias e agregar valor”, disse Loughnane, MD, chefe de inovação no Commonwealth Care Alliance. “Ao procurar integrar novas tecnologias e soluções, tais como assistentes de voz, é extremamente importante colaborar com outras pessoas em todo o processo de cuidados, a fim de determinar as melhores práticas para o tratamento de diferentes populações”. Através desta colaboração, as abordagens podem ser modificadas ou adaptadas para funcionar em situações diversas, nas quais todos possam se beneficiar.

       
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