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Anvisa apresenta estratégias para segurança do paciente em hospitais e clínicas

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A Anvisa e a Organização Pan Americana da Saúde (OPAS/OMS) lançaram algumas iniciativas para melhoria da segurança do paciente em hospitais e clínicas.As estratégias desenvolvidas pela agência estão baseadas em dois desafios globais anunciados pela  Organização Mundial de Saúde (OMS): o primeiro está focado nas ações de melhoria da higienização das mãos em serviços de saúde. O segundo desafio está relacionado às ações de melhoria dos procedimentos cirúrgicos.
De acordo com a Anvisa, o principal objetivo das ações é reduzir os casos de infecções hospitalares. Já a meta estipulada é diminuir em 30% os índices nacionais de infecção, em um prazo de três anos.
Estima-se que, no Brasil, a taxa de infecções hospitalares atinja 14% das internações. Segundo dados da OMS, cerca de 234 milhões de pacientes são operados por ano em todo o mundo. Destes, um milhão morre em decorrência de infecções hospitalares e sete milhões apresentam complicações no pós-operatório.
Hospitais seguros
Para viabilizar a implantação da estratégia de hospitais seguros no Brasil, a Anvisa vem desenvolvendo algumas ações. Entre elas está prevista a elaboração de manual sobre redução de vulnerabilidade das construções e a inclusão de capítulo específico sobre esse assunto na regulamentação técnica dos estabelecimentos de saúde.
Além disso, a Agência pretende realizar capacitações sobre os conceitos de redução de vulnerabilidade das edificações, com técnicos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) da área de avaliação de projetos e com projetistas da área de saúde.
A Anvisa informa que essa é outra estratégia que vem sendo trabalhada pela OMS para redução dos riscos em saúde é o desenvolvimento de “hospitais seguros”. Para se enquadrar nesse conceito, um hospital deve ser capaz de garantir o seu funcionamento eficiente durante um desastre (terremotos, fenômenos climáticos, etc). Para isso, as construções e reformas devem considerar a localização, a estrutura, os equipamentos e recursos humanos.
Segundo a OMS, na América Latina e Caribe, 67% das unidades hospitalares se encontram em zonas de risco, sendo afetadas por fenômenos geológicos, hidrometeorológicos, sociais, ambientais e químico – tecnológicos, por exemplo. Com isso, mais de 45 milhões de pessoas deixam de receber atenção médica em hospitais a cada ano.
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