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ANS traça estratégias para combater alta taxa de cesarianas no Brasil

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) propõe a reflexão sobre as altas taxas de cesarianas e os motivos e as conseqüências deste índice para a saúde materna e perinatal, sobretudo no tocante às novas possibilidades de atuação da saúde suplementar no contexto nacional. A ANS vem traçando estratégias neste sentido junto às operadoras de planos privados de saúde através do Programa de Qualificação da Saúde Suplementar. O primeiro passo já foi dado com a estruturação do setor para a coleta, envio regular e monitoramento de informações sobre parto e condições de nascimento. Outras informações importantes para a análise mais completa da situação materno-neonatal na saúde suplementar, tais como, taxas de mortalidade materna e prematuridade ainda encontram-se subestimadas em virtude da dificuldade das operadoras na obtenção e envio regular dos dados. Em relação à redução das cesárias, o objetivo inicial é pactuar que as operadoras apresentem uma redução de 15%, num período de 3 anos, da proporção de partos cesáreos em relação ao ano de referência de 2003 (76% de partos cesáreos).
Apesar das dificuldades, o cenário começa a ser desenhado, trazendo desafios importantes na linha de cuidado materno-neonatal da dimensão de atenção à saúde. Esta área do programa visa a melhoria da atenção obstétrica e neonatal através da qualificação da assistência prestada, com a conseqüente redução da morbi-mortalidade materna e infantil no setor.

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