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ANAHP reúne 28 hospitais privados

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Criada em maio de 2001, a Associação Nacional de Hospitais Privados ? ANAHP ? comemora neste mês dois anos de atividades, congregando 28 instituições de saúde em nove estados brasileiros. A entidade conta com os comitês de Ensino e Pesquisa (CEP), de Informação, Análise e Promoção de Qualidade (CIAQ), de Relações com Fornecedores (CRF), de Fontes Pagadoras (CRP) e do Comitê de Política Institucional (CPI).
Coordenado pelo Dr. Henrique Moraes Salvador, vice-presidente da ANAHP e diretor clínico do Hospital Mater Dei, de Belo Horizonte (MG), o CEP está realizando uma série de estudos, em parceria com a AMB, sobre protocolos clínicos. Após este estudo, o CEP irá avaliar a possibilidade de sugerir aos hospitais a implantação de protocolos que garantam redução de custos e resultados para o paciente.
O Dr. Francisco Balestrin, também Vice-presidente da ANAHP e do Grupo Vita, é responsável pelo CIAQ e atualmente está desenvolvendo o projeto de Indicadores ANAHP. Estes indicadores – divulgados de forma global no âmbito da Associação – servirão para auxiliar o processo decisório dentro de cada uma das instituições associadas.
O CRF está fechando a sexta cotação conjunta de materiais e equipamentos, envolvendo os 28 associados da ANAHP. O CRF é coordenado pelo Vice-Presidente da ANAHP e Presidente do Hospital Santa Joana (PE), Dr. Eustácio Vieira.
O relacionamento entre os hospitais que integram a ANAHP com as Fontes Pagadoras está recebendo uma atenção especial do Superintendente do Hospital Mãe de Deus, de Porto Alegre, e Vice-presidente da ANAHP, Dr. Claudio Seferin.
Recentemente, o CPI – Comitê de Política Institucional – coordenado pelo Presidente da ANAHP, Dr. Reynaldo André Brandt, realizou o I Encontro Político dos Dirigentes Hospitalares, em São Paulo. No evento foi discutido um dos principais problemas que afligem o setor e foi definido algumas ações imediatas como a aproximação junto às fontes pagadoras e Governo Federal, com vistas a corrigir as distorções que acabam trazendo prejuízos financeiros para os hospitais e que podem comprometer, a longo prazo, a qualidade no atendimento dos pacientes.

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