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Affero Lab lança Escola de Saúde para profissionais do setor

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O setor de saúde brasileiro vem enfrentando vários desafios para garantir a manutenção e melhoria da qualidade assistencial prestada à população. Um dos principais desafios diz respeito ao público de enfermagem, que representa volume significativo de contratações nas instituições de saúde e chega com níveis heterogêneos de qualidade em sua formação. Para acelerar o processo de formação e integração desse público, a Escola de Saúde desenvolveu o Programa Integra Hospitalar, inicialmente com 14 módulos semipresenciais, que aborda o conhecimento básico para o exercício da enfermagem em hospitais.

O corpo de enfermagem corresponde ao maior volume de profissionais de um hospital e diariamente precisa lidar com uma série de normas, procedimentos, manuseio de equipamentos e situações que exigem um conhecimento técnico preciso e constantemente atualizado. Além do conhecimento técnico, o cuidado ao paciente também exige habilidades comportamentais como comunicação, empatia, ética e liderança a fim de garantir a qualidade e segurança da assistência prestada.

Não bastassem os protocolos gerais publicados por instituições tais como a OMS – e que são constantemente atualizados – os profissionais de saúde também precisam se familiarizar e dominar os protocolos específicos de cada instituição de saúde. Estima-se que, em 1950, o tempo necessário para que o conhecimento na área de saúde duplicasse era de aproximadamente 50 anos. No ano de 2020 estima-se que esse tempo seja de apenas 73 dias.

Diante desse cenário, manter a equipe de profissionais sempre em dia com todos os protocolos é cada vez mais desafiador para as áreas de educação continuada e vai exigir novas estratégias para aumentar a efetividade e eficácia de sua atuação. “Com o volume crescente de exigência e de informações no setor, restam poucas alternativas às instituições de saúde que não a de utilizar novas metodologias educacionais aliadas à tecnologia a fim de desenvolver seus profissionais, cuidar melhor dos pacientes e ganhar em produtividade”, afirma o diretor da Escola de Saúde, Gustavo Carvalho.

Existem evidências de que o treinamento de equipes de saúde pode reduzir a mortalidade dos pacientes em até 15%, segundo estudo “Saving Lives: A Meta-Analysis of Team Training in Health Care”.
Para criar uma experiência de aprendizagem que objetiva melhorar a performance desses profissionais, a Affero Lab uniu seu know-how em metodologias e tecnologias de ensino com o conhecimento técnico em saúde de profissionais renomados na área.

Para Carvalho, o perfil digital do Programa Integra Hospitalar atende a necessidade do mercado de hoje, pois gera informação e conhecimento de maneira rápida, móvel, especializada e padronizada, mas sem deixar de respeitar as especificidades de diferentes instituições e as deficiências individuais de cada treinando.

Detalhes do programa

Dos 14 módulos, seis fazem parte do nível introdutório, composto por cinco temas técnicos: Biossegurança; Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde; Prevenção e Controle de Infecção relacionada à Assistência à Saúde; Gerenciamento de Risco e Segurança do Paciente; Gestão de Qualidade e Acreditações e um comportamental: Atendimento ao Cliente. Os outros temas fazem parte do nível básico, sendo Ética e Postura Profissional a disciplina comportamental e os demais 7 de caráter técnico: Acessos Venosos e Terapia Infusional; Cálculo e Administração de Medicamentos; Boas Práticas no Manuseio de Sondas e Drenos; Cuidados com Feridas; Suporte Básico de Vida em Adultos; Anotação de Enfermagem e Passagem de Plantão.

Depois de consumir o conteúdo instrucional de cada módulo, com vídeos em diversos formatos e simulações que traduzem situações da prática hospitalar, onde o profissional pode exercitar a tomada de decisões importantes no processo do cuidado, ele passa por um teste de conhecimento teórico e é encaminhado ao treinamento prático.

“O profissional de enfermagem, muitas vezes, não tem tempo para se atualizar devido ao ritmo intenso de sua rotina. Acreditamos que essa ferramenta pode viabilizar a expansão da prática de educação continuada e, assim, permitir uma melhor gestão de pessoas e consequentemente dos serviços prestados”, ressalta Carvalho.

       
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