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ABIMO renova projeto de exportação com a APEX

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O presidente da ABIMO – Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios, Djalma Luiz Rodrigues, e o presidente da APEX Brasil, Juan Quirós, assinam hoje um novo Projeto Setorial Integrado para facilitar as exportações desse mercado. Os investimentos nesse novo contrato serão de R$ 20 milhões, um dos mais altos já realizados pela APEX Brasil junto ao setor privado. A meta é ampliar em 4% o número de empresas exportadoras, chegando a 200, e atingir novos mercados como a China, África do Sul, Angola e Turquia. O setor prevê ainda um incremento de 21% nas exportações, fechando 2005 em US$ 268 milhões.
Outra meta é a geração de 3,5 mil postos de trabalho nos próximo dois anos. Essas vagas serão criadas para atender o aumento previsto de demanda a partir da abertura de novos mercados, além da consolidação de outros recém abertos, como México, Oriente Médio, Indonésia e Índia. O setor prevê ainda um incremento de 21% nas exportações, fechando 2005 em US$ 268 milhões.

O projeto, que terá investimentos totais de R$ 20,4 milhões, prevê a participação de pequenas e médias empresas brasileiras em 13 feiras internacionais, 5 missões comerciais e 4 projetos compradores. As empresas passarão por capacitação tecnológica, empresarial e de gestão de qualidade e processos. Também está prevista a produção de estudos setoriais e de prospecção de mercados.

O Projeto Setorial Integrado conta com 142 empresas exportadoras e teve início em 2002. Nesse período as vendas externas tiveram um crescimento de 42% e fecharam 2003 em US$ 222 milhões. O Brasil exporta hoje desde aparelhos de Raio-X, materiais descartáveis, implantes, incubadoras, berços aquecidos, mesas cirúrgicas e móveis hospitalares, até equipamentos sofisticados utilizados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), Centros Cirúrgicos e laboratórios. Na área odontológica, além de material de consumo, as vendas incluem consultórios completos, montados de acordo com os padrões e certificação exigidos no exterior.
Segundo um estudo da ABIMO e da APEX-Brasil, o esforço de nacionalização da produção levou a uma diminuição de 9% nas importações de equipamentos, odontológicos e laboratoriais e médico-hospitalares.

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