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A DIFÍCIL BOA VIDA DOS SESSENTÕES

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Será que a turma dos 60 aos 70 anos precisa de privilégio na fila da loteca? Ou de estacionamento na porta dos bancos? Aos bancos não vão mais e a loteria é uma distração.

Precisamos encarar com seriedade esse grupo que está crescendo exponencialmente e o que fazer para ocupar tanta gente mais ativa e disposta, sem descuidar da sua boa vida.

Faço parte da diretoria de um dos mais exclusivos clubes de Brasília, que historicamente prestigia as pessoas com mais de 60 anos, ou isentando de taxas ou promovendo as mais diversas atividades para essa turma sempre presente.

Ocorre que essa presença cada vez aumenta mais e nos vemos na iminência de controlar a tal turminha espevitada, tanto na freqüência a festas dançantes, como nas atividades esportivas, onde não pagam nada ou pagam a metade dos que os outros pagariam.

Também é interessante como o comparecimento maciço de idosos afugenta, de certa maneira, os mais jovens que não querem ir a programas de “velhos” e perdem o que assisti nesta semana: um grupo de “meninos” e “meninas” na faixa dos 60, descendo de um tirolesa com mais de 500 mts. com uma alegria quase infantil.

O que fazer com tanta gente alegre, feliz e entusiasmada, que agora não quer mais parar de sair de casa, como nos velhos tempos? Quem paga a conta? Os jovens não são mais, porque estão diminuindo ou porque também estão ficando velhos.

Josué Fermon é Consultor em Saúde Suplementar

www.fermon.com.br

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