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1º NEUROLATAM discute o estímulo do estudo de doenças negligenciadas pela ciência nos países ricos

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Encontro, que reúne duas mil pessoas esta semana em Búzios, quer tornar o intercâmbio dos países da América Latina, do Caribe e da Península Ibérica mais produtivo, sendo um embrião para a construção de uma colaboração conjunta entre países.

O primeiro dia do Congresso IBRO/LARC de Neurociências da América Latina, Caribe e Península Ibérica (NEUROLATAM), foi marcado por dezenas de painéis de discussões em eventos satélites.

A abertura oficial do Congresso aconteceu ontem à noite, 1º de setembro, quando a presidente do comitê organizador, Dora Selma Fix Ventura, ressaltou a importância de discutir doenças negligenciadas pela ciência dos países ricos. “Temos em nossos países várias doenças endêmicas que afetam nossa população e que não contam com o interesse prioritário dos países desenvolvidos devido à ausência ou à pouca incidência desses males por lá”.

Segundo Dora Ventura, as políticas públicas que emergirem deste intercâmbio terão um alcance maior de que aquelas produzidas isoladamente pelos países participantes. “Neste e em outros campos devemos mirar no desenvolvimento de uma visão unificada e em constituir uma representação internacional das neurociências, bem como da ciência em geral, visando expandir o acesso e melhorar a qualidade da educação científica das nações jovens”.

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