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1.2.1 Network Saúde discute Governança de TI nos hospitais

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Deixar de ser um simples suporte para se tornar aliado estratégico dos gestores dos hospitais. Esse é o grande desafio que os gerentes de TI das instituições de saúde precisam enfrentar para tornar a área eficiente dentro da instituição. “Não existe governança em TI sem alinhamento com a governança corporativa e com os negócios. A proposta de se avançar nessa questão tem que partir do primeiro escalão”, enfatizou o CEO da Convergence, Roberto Magalhães, em sua apresentação no 1.2.1 Network Saúde, realizado na manhã desta quinta-feira, 24, na sede da IT Mídia. O encontro reuniu 21 executivos de TI de hospitais. ,13, ,13,Mais do que alinhar pessoas, processos e recursos, ter índices de monitoramento, acordos de entrega, a Governança em TI precisa olhar para as estruturas do negócio do hospital, e contribuir para o crescimento. “Quando se está maduro em Governança em TI, as decisões e ações da área estarão sempre alinhadas com o planejamento estratégico da organização”, destacou. ,13,Além das dificuldades, o consultor falou sobre as ferramentas disponíveis no mercado e que auxiliam na evolução da Governança em TI, como o Itil, o Cobit, o Val IT, Risk IT, e o PMBok, além das normas ABNT 20000, de melhores práticas; a 27000, de segurança da informação; e a 38.500, de Governança Corporativa de TI. “As normas já direcionam para a maturidade em Governança em TI. O importante é saber como utilizar cada ferramenta”, destacou. ,13,Magalhães também comenta o distanciamento que muitas vezes existe entre a área de TI e a liderança dos hospitais, e para encurtá-la é necessário movimentações dos dois lados. “A direção precisa entender a necessidade de olhar para a TI estrategicamente. E a área de TI precisa também começar a entender de negócio, falar a mesma língua da gestão, e para isso, precisa se preparar, se capacitar”, salientou. ,13,De acordo com o consultor, um primeiro passo para encurtar a distância, é criar comitês que envolvam diferentes áreas da instituição. “Dessa forma amplia a visão sobre a organização, e os projetos passam a ser de todos”.

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