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Empreendedorismo e inovação aceleram o setor de saúde e medicina no Brasil

Durante o Healthcare Innovation Show, o Managing Director do Cubo Itaú comanda mesa que discutirá como as startups podem ajudar o setor da saúde.

São Paulo, outubro de 2017 –  Um dos eventos mais importantes na área de saúde e medicina da América Latina, o HIS – Healthcare Innovation Show 2017, que chega a sua terceira edição, também vai contar com plenárias voltadas a empreendedorismo e inovação tecnológica.

Quem comanda a mesa sobre o tema é o Managing Director do Cubo Itaú – centro de empreendedorismo tecnológico fundado pelo Itaú Unibanco e pela RedPoint eVentures –, Flavio Pripas. O painel Formação de ecossistema empreendedor, que acontece no dia 25, às 9h25, contará também com as presenças de Andressa Gulian, médica e especialista em inovação, e Walmoli Gerber, diretor da Vertical Saúde.

“O mundo está mudando com muita velocidade e, graças a isso, a tecnologia acaba permitindo novos horizontes de negócios”
– Flávio Pripas

Segundo Pripas, a discussão deve se pautar pela formação de ambientes empreendedores e sobre como empresas do setor de saúde podem usar as startups para modernizar o ambiente de trabalho. “O mundo está mudando com muita velocidade e, graças a isso, a tecnologia acaba permitindo novos horizontes de negócios”, disse. De acordo com ele, se vislumbra, num futuro próximo, o atendimento automatizado a pacientes, por exemplo. Pesquisas mostram que num chat online entre paciente e robô, em que a máquina dá o diagnóstico, há uma maior eficiência de acerto que em uma consulta com um médico. Isso confirma como as startups aceleram a forma como é feita o diagnóstico.”

Pripas também lembra que as inovações tecnológicas que revolucionaram a área de saúde vão ficando mais acessíveis com o passar dos anos. “Por exemplo, o primeiro mapeamento genético feito há cerca de 15 anos custou 100 milhões de dólares. Hoje, o mesmo procedimento sai por 1000 dólares. Espera-se que no ano que vem ele custe apenas 100 dólares.”

O HIS 2017 vai oferecer quatro arenas simultâneas, onde mais de dez congressos serão ministrados. O evento, que acontece nos dias 25 e 26 de outubro no São Paulo Expo, contará com a participação de 200 palestrantes. Espera-se um público de 5 mil pessoas, entre profissionais e executivos da área.

Além do painel sobre Formação de ecossistema empreendedor, outros temas relacionados empreendedorismo e inovação também fazem parte da programação, tais como:

  • A transformação da saúde através das startups, apresentada por Cristiano Englert, cofundador da GrowPlus, Graciela Pignatari, diretora-executiva da Tismoo e Maicon Alves, CEO do Portal do Médico.
  • De obstáculo a oportunidade: trazendo inovação para a mudança do setor, por Denise Soares dos Santos – CEO BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

 

Sobre o HIS

O HIS – Healthcare Innovation Show é o primeiro trade show de tecnologia e inovação em um espaço de mais de 4.000 m² voltado ao mercado de saúde na América Latina. São 4 arenas simultâneas onde acontecem mais de 10 congressos, cada qual especialmente organizado para oferecer conteúdo de qualidade para os diferentes cargos e funções das organizações de saúde.

O evento deverá contar este ano com números que ultrapassam os 5.000 participantes, os 200 palestrantes e as 75 empresas expositoras, além de premiações de reconhecimento das experiências inovadoras do setor.

Além das discussões executivas e estratégicas, grandes empresas e startups apresentam o que há de mais inovador e tecnológico no mercado. Nomes de peso do setor lideram os conteúdos ao lado das principais associações e institutos.

O HIS 2017 é ainda constituído por quatro grandes eixos de atividades especiais: o Startup Lounge, com a exposição de serviços tecnológicos; o hackathon hack4health, maratona de desenvolvimento em busca de soluções para problemas da saúde e de gestão; e os prêmios Referência da Saúde/2017, Top Hospitalar/2017 e Great Place to Work.


Serviço  

HIS – Healthcare Innovation Show 2017

Data: 25 e 26 de outubro de 2017

Horário: das 8h30 às 19h00

Local: São Paulo Expo

Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo

http://saudebusiness.com/his/

Credenciamento Imprensa – o credenciamento poderá ser feito diretamente pelo link: goo.gl/vXRoLr


Contato para imprensa (HIS 2017):

2PRÓ Comunicação 

e-mail equipe: his17@2pro.com.br

Teresa Silva – (11) 3030-9463

Luciano Somenzari (11) 3030-9435

Myrian Vallone – (11) 3030-9404

Paula Giffoni – (11) 3030-9402

www.2pro.com.br

Tecnologia de chatbots pode ser a solução que os hospitais procuram

Mas as tecnologias que utilizam processamento de linguagem natural, gerenciamento de conhecimento e capacidade de analisar sentimentos requerem comprometimento e disciplina para um bom uso.

As organizações de saúde gastam muito dinheiro com representantes de serviços ao cliente, trocando informações por telefone, e-mail ou bate-papo online. Mas existe uma tecnologia que pode ajudar as organizações de saúde na economia de tempo e dinheiro: chatbots automatizados embutidos de inteligência artificial.

Dentre as várias organizações, a indústria de saúde será uma das maiores beneficiadas pelo aumento do uso de chatbots – já utilizados pelo segmento, devido aos avanços em IA (Inteligência Artificial), segundo a consultoria de pesquisa Juniper Research. Os chatbots trariam economias anuais de 8 bilhões de dólares às companhias em todo o mundo até 2022, em comparação com os 20 milhões deste ano.

“Nós acreditamos que as empresas de saúde e as instituições financeiras que utilizam robôs podem poupar, em média, um pouco mais de quatro minutos por avaliação, equivalente a uma economia aproximada de $0,50 a $0,70 (centavos de dólares) por interação”
– Lauren Foye, Analista da Juniper Research

A maioria dos chatbots utilizam múltiplas tecnologias: processamento de linguagem natural, gerenciamento de conhecimento e análise de sentimentos. Primeiro, o processamento de linguagem natural tenta entender o que os usuários estão perguntando. E, segundo, a metodologia tecnológica fornece o fluxo interativo e as respostas diretas ou através de orientação.

Geralmente, o processamento de linguagem natural identifica a intenção da pergunta com algum nível de confiança e então, com base nisso, o chatbot solicitará um acompanhamento ou esclarecerá a questão para o usuário.

Uma vez que o nível de confiança seja aceitável para o uso, o robô apresentará a resposta apropriada com base em uma ordenação proposital que associa a intenção das perguntas às respostas desejadas. Os mais avançados chatbots anteciparão as próximas questões ou tentarão guiar o usuário para respostas ou recursos relevantes, baseado na interação anterior.

“As tecnologias que suportam os chatbots precisam de uma ordenação comum no local que liga a intenção da pergunta ao contexto da resposta”, comentou Jeff Cohen, Co-Fundador e Vice-Presidente de Serviços de Inovação Cognitiva da Welltok, empresa de software de saúde baseada em IA. E como eles interagem para promover aos usuários uma resposta para suas perguntas? “Existem muitas formas diferentes de interação fundamentada na sofisticação e no repertório do chatbot”, afirma Cohen.

“Além da tecnologia de processamento de linguagem natural, os chatbots geralmente também contam com um mecanismo de gerenciamento de conhecimento. Esses sistemas são absolutamente essenciais na medida em que padronizam o serviço de experiência. Essencialmente, ele é constituído por ferramentas que permitem que você registre perguntas e respostas comuns e dicas de resolução que são acumuladas durante a vida de um produto”, explicou Khal Rai, Especialista em IA e Vice-Presidente Sênior de Produtos de Desenvolvimento e Operações da companhia de software de saúde, SRS Health.

“Isto requer comprometimento e disciplina por parte das organizações de saúde, para investirem o tempo e os recursos financeiros necessários na construção de bibliotecas de conhecimento”, acrescentou Rai. Análise de sentimentos é outro tipo de tecnologia que pode ser usada por robôs de IA.

“Como os chatbots configuram o que precisa ser dito?”, indagou Jeff Cohen. “A maioria dos chatbots precisam de alguma “loja de conteúdo” ou “guarda de trânsito” que conheça, baseado na intenção das perguntas e no contexto dos usuários, onde obter as respostas apropriadas”.

Os robôs utilizados até o momento apresentaram diferentes níveis de sucesso, reportando casos de uso que inclui: ajudar os clientes a selecionar um plano de benefícios, fornecer respostas aos serviços dos consumidores, auxiliar na triagem de sintomas e orientar os consumidores na utilização dos recursos.  Ainda é o início da adoção de chatbots na saúde, dizem especialistas, mas os primeiros indicadores de demanda e satisfação são promissores.

“Ao longo do tempo, a ferramenta se tornará cada vez mais inteligente, graças a IA e as técnicas de aprendizagem de máquinas, que as transformará em uma tecnologia muito eficiente, e claro, mais oportuna que do que um ser humano pode ser”, ponderou Khal Rai. “Entretanto, se você está em um negócio de saúde, pode demorar um pouco até que os chatbots sejam completamente adotados”.

“Assim como outras inovações, os chatbots da saúde serão um empreendimento de tentativa e erro, onde as tarefas mais simples vão ser direcionadas para os robôs enquanto aguardamos que a tecnologia evolua o bastante para que eles consigam lidar melhor com as atividades mais complexas”, acrescentou Rai. “As pesquisas voltadas para áreas de inteligência emocional estão acontecendo. Mas, até o momento, ainda não avançaram o bastante para satisfazer as exigências dos clientes”, conclui.

 


Fonte: HealthcareITNews // Autor(a): Bill Siwicki // Tradução: Camila Marinho

Clínica Mayo apresenta ferramenta de tomada de decisão médica integrada ao PEP

Os médicos usam o software a fim de alcançar melhores práticas, enquanto que os hospitais podem acessar análises para entender e gerenciar as tendências de pedidos de testes.

A Mayo Clinic e a organização National Decision Support Company, NDSC, anunciaram uma nova ferramenta que permite aos médicos acessarem às orientações clínicas contida nos testes de laboratório no momento do atendimento.

A nova oferta vem para mostrar como hospitais, desenvolvedores de PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente), o governo federal e outros agentes do setor de saúde estão buscando incorporar maior capacidade clínica de decisões a partir de registros de saúde eletrônico.

No início deste mês, por exemplo, a Clinical Decision Support Coalition – ou CDS Coalition, associação que estabelece o uso dos softwares de apoio às decisões clínicas – postou bases voluntárias que projetam as ferramentas de tomada de decisão em resposta às disposições do projeto de lei 21st Century Cures Act, que exclui alguns produtos CDS do escopo regulatório da U.S Food and Drugs Administration.

O novo software CareSelect Lab, por sua vez, é uma ferramenta clínica de suporte de decisões que as organizações dizem agregar os conhecimentos médicos da Mayo sobre as condições de saúde dos pacientes, e que está integrada na plataforma de registro eletrônico de saúde para fornecer, essencialmente, a melhor prática através do programa da CareSelect, desenvolvido pela NDSC.

O CEO da NDSC, Michael Mardini afirmou que a combinação significa que os clientes podem acessar mais de 1500 modelos de saúde mantidos pela Mayo.

Os médicos podem aproveitar o CareSelect Lab para orientação em laboratórios, patologias e testes genéticos; assim como interagir diretamente com as indicações contidas no PEP para acessar informações sobre testes apropriados a serem solicitados.

No nível empresarial, os hospitais que usarem o CareSelec e o CareSelect Lab também podem visualizar os relatórios benchmark do Analytics para comparar os padrões dos pedidos médicos, melhorar o entendimento das tendências gerais dos testes e identificar lacunas na saúde, disseram representantes da Mayo e da NDSC.

O responsável pelo departamento laboratorial de medicina e patologia da Mayo, William Morice, afirmou que os médicos que integram a equipe ou acessam os testes de laboratório da clínica, podem ajudar na redução de erros comuns. “Devemos ampliar para todos eles as mesmas orientações de decisões que beneficiam nossos médicos e cientistas”, explicou Morice. “E precisamos fazê-lo de um maneira que integre com os atuais sistemas e fluxos de trabalho deles”.

Embora a Mayo não tenha estipulado quanto a CareSelect Lab ou a Care Select plataforma custariam, ela revelou um interesse financeiro no produto e informou que destinaria a receita ganha com a ferramenta para a educação sem fins lucrativos, cuidados com os pacientes e para a pesquisa.

 


Fonte: HealthcareITNews // Autor(a): Tom Sullivan // Tradução: Camila Marinho

Athenahealth adiciona aplicativo de gerenciamento de relacionamento com o paciente ao seu Marketplace

As ferramentas de comunicação da Solutionreach permitem que a rede de fornecedores da Athenahealth melhore a experiência e a produtividade dos pacientes.

A empresa de PEP Athenahealth tem adicionado tecnologia de gerenciamento de relacionamento com o paciente da Solutionreach para o programa More Disruption Please, através do marketplace da Athenahealth. Médicos da rede podem usar o designer de comunicação dos aplicativos a fim de melhorar as experiências do paciente e a produtividade da prática médica.

O sistema Solutionreach é projetado para ajudar médicos na otimização das suas relações com os pacientes, o que, idealmente, poderia resultar em um aumento da fidelidade e da satisfação. A partir da ferramenta de gerenciamento de relacionamento, baseado na nuvem, os médicos podem se comunicar e interagir com seus pacientes de uma maneira que traga mais sentido para ambas as partes. Seja através de mensagem de texto, ligações telefônicas ou e-mails.

“Os clínicos precisam atender seus pacientes onde quer que eles estejam”, ponderou Jim Higgins, CEO da Solutionreach. “Com a nossa plataforma de gerenciamento de relacionamento, os clientes da Athenahealth tem acesso às ferramentas necessárias para fomentar o relacionamento com seus clientes e nutrir a lealdade”.

Athenahealth oferece registros médicos, gestão do ciclo de receita, envolvimento do paciente, coordenação de cuidados e serviços de saúde populacional para clientes hospitalares e ambulatoriais. Esta visão, destacou a companhia, visa construir uma rede nacional com informações de saúde para melhorar o sistema como um todo.

A Solutionreach, como um parceiro da More Disruption Please, disse que se juntou a uma rede de profissionais que buscam romper com as abordagens convencionais da área de saúde. Abordagens estas que, simplesmente, não funcionam mais ou não contribuem para os avanços do setor. Dessa forma, a união pretende ajudar os fornecedores a prosperar diante das mudanças da indústria.

 


Fonte: HealthcareITNews // Autor(a): Bill Siwicki // Tradução: Camila Marinho

Assistentes virtuais, Cortona e Alexa, prontas para interagir

Em uma improvável parceria, Amazon e Microsoft estão trabalhando juntas para ampliar as habilidades dos seus assistentes virtuais por controle de voz.

Os mais famosos assistentes controlados por voz – o Google Assistente, o Siri da Apple, o Alexa da Amazon, e o Cortana da Microsoft – são bons em inúmeras coisas. Eles podem ajudar as pessoas a ouvir música, configurar compromissos no calendário e checar o tempo. Agora, dois de seus principais executivos – Jeff Bezos da Amazon e Satya Nadella da Microsoft, estão prestes a estabelecer uma parceria rara.

No ano passado, as duas companhias firmaram um acordo de bastidores para fazer com que Alexa e Cortana trabalhassem juntas. A parceria anunciada no final de agosto, permitirá que as pessoas convoquem Cortana usando Alexa e vice versa.

Não é comum a cooperação entre duas gigantes da tecnologia, quando se trata da inovação de produtos que normalmente são concorrentes. Amazon, Apple, Microsoft, Google e quase todas as demais grandes companhias tecnológicas estão derramando uma enorme quantidade de dinheiro para fazer assistentes digitais mais inteligentes e que ofereçam mais aos usuários, enxergando-os como uma nova maneira de possibilitar que as pessoas possam interagir naturalmente com dispositivos e serviços online.

Em uma entrevista, Bezos previu que ao longo do tempo as pessoas se voltariam para diferentes tipos de assistentes virtuais – também chamados de AIs (em uma referência para Inteligência Artificial) – da mesma forma que eles se voltam para um amigo na busca por dicas fitness ou para pedir recomendações sobre restaurantes. “Eu quero que eles tenham acesso ao maior número de AIs possível, destacou o CEO da Amazon.

Em um exemplo, Bezos citou a integração eficiente entre o Cortana e o Outlook, o popular aplicativo de calendário e email que faz parte do conjunto de software do pacote Office. Como a Microsoft controla os dois produtos, o Outlook está mais incorporado com a Cortana do que com outros assistentes por voz. Através da colaboração com a Microsoft, Alexa conseguirá obter respostas para algumas das mesmas questões que Cortana pode agora responder – como por exemplo, sobre quando será a nova reunião de orçamento com o chefe.

Inicialmente, fazer com que os dois sistemas trabalhem juntos pode não parecer orgânico. Alguém que utilize o Alexa deverá dizer “Alexa, abra o Cortana”, enquanto que uma pessoa trabalhando com o Cortana repetirá o comando inverso.

 

 

A parceria Amazon-Microsoft começou em maio de 2016, quando Bezos levantou a possibilidade com Nadella na Microsoft’s CEO Summit – evento anual para executivos, em Seattle. Nadella foi receptivo à ideia e pouco tempo depois Bezos enviou o esboço que descrevia como seus assistentes trabalhariam juntos, informaram os executivos.

Em uma entrevista por telefone, Nadella comparou os assistentes digitais, Cortana e Alexa, com os concorrentes que se propõem a oferecer as mesmas ferramentas de informação online. “A personalidade e expertise de cada um será tamanha que se eles se interconectarem os usuários poderão tirar mais proveito desses sistemas”, ele pondera, “A ideia ressoou em mim e nele [Bezos], e foi o que nos levou a trabalhar em equipe.”

Bezos confessou não ter ampliado o convite às concorrentes Apple e Google e também não saberia dizer se elas topariam, “Eu aceitaria”, ressalta. “Espero que eles se inspirem com isso”, completou Nadella, “Pelo menos esta é a minha esperança”. Procuradoss, um porta-voz da Apple se recusou a comentar o assunto, enquanto o Google não retornou ao pedido de manifestação.

Apple e Google podem ver vantagens competitivas em manterem suas AIs separadas dos assistentes rivais, em parte como uma forma de proteger os mercados de seus software móveis IOS e Android, respectivamente. A Apple é especialmente sensível quanto ao controle máximo das experiências das pessoas com seus ipads e iphones. “Não existe razão para o Google ou Apple oferecerem isso porque eles estão tentando gerir seus próprios ecossistemas”, disse Jan Dawson, analista da Jackdaw Research, empresa de pesquisa voltada para tecnologia.

Em contraste, Alexa é mais requisitada no auto falante Echo – uma torre-assistente virtual para ajudar em casa – e Cortana é largamente utilizada em PCs. A Amazon informou que tem vendido milhões de dispositivos Echos, e representa 70% do mercado de auto-falantes inteligentes, segundo a empresa de pesquisa de mercado eMarketing. A Microsoft afirma que, por mês, 145 milhões de pessoas recorrem a Cortana através do Windows. No entanto, as duas companhias enfrentam dificuldades no mercado de smartphones, o que dificulta a utilização dos seus assistentes pessoais fora de casa e de do ambiente de trabalho.

A Amazon e a Microsoft estão firmando acordos com fabricantes de automóveis com o objetivo de conectar Cortana e Alexa diretamente aos veículos, ao tempo em que lançaram aplicativos de assistentes digitais para mobile que executam o software Google e Apple. No entanto os aplicativos não são tão populares e o uso deles geralmente é mais trabalhoso que os dispositivos desenvolvidos pelos concorrentes.

Eventualmente, Bezos prevê que o assistente principal de um dispositivo será inteligente o suficiente para rotear automaticamente a solicitação de um usuário de acordo com o assistente mais equipado para atendê-lo, sem, no entanto, precisar de uma introdução verbal por voz que conecte os dois. “Em minha visão de mundo dessa forma seria melhor para o cliente, é o que futuramente deve acontecer”, conclui.

 

 


Fonte: nytimes.com // Autor(a): Nick Wingfield // Tradução: Camila Marinho