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Fórum: visão integrada sobre o processo de desospitalização – Os desafios da equipe multidisciplinar na atuação do planejamento de alta hospitalar

Data: 26/07

Local: BP Mirante (Rua Martiniano de Carvalho, 965, 1º andar, auditório - Bela Vista, São Paulo)

Como lidar com a insegurança dos familiares no momento de planejar a alta de um cliente que ainda apresenta alguma dependência clínica ou que passou um longo período internado? Como garantir que a transição do hospital para casa seja segura e tranquila?

Essas são algumas das questões que estarão em debate durante o fórum Visão Integrada Sobre o Processo de Desospitalização, organizado pela BP Educação e Pesquisa, unidade da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo dedicada às atividades de ensino da organização, e que irá reunir na quarta-feira (22/7), em São Paulo, renomados especialistas para debater os desafios das equipes multidisciplinares na atuação do planejamento da alta hospitalar.

Felipe Reis, mestre em Tecnologias e Atenção à Saúde pela Unifesp e médico do Núcleo de Apoio e Planejamento da Alta da BP, será o moderador da mesa redonda que contará com a presença de Walter Lyrio do Valle, coordenador de Auditoria do Sistema Único de Saúde (SUS) e assessor da Diretoria Executiva do Hospital das Clínicas de São Paulo.

O fórum contará ainda com um simpósio satélite que terá o professor-adjunto de Geriatria e doutor em Medicina Interna e Epidemiologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), João Toniolo Neto, como palestrante. Já a geriatra do Hospital Santa Marcelina e preceptora da residência em geriatria da Unifesp, Alessandra Rodrigues Fiuza, será a palestrante do painel Pacientes Complexos: Como Receber em Casa”.

Tendência mundial
Nos Estados Unidos e em alguns países da Europa já existe a cultura de que o leito hospitalar não deve ser destinado ao tratamento de doentes crônicos, mas sim para aqueles que enfrentam a fase aguda de uma doença.

De acordo com o Ministério da Saúde[i], as doenças crônicas não transmissíveis como diabetes e hipertensão, cujo tratamento não necessariamente requer internação, já atingem 40% da população adulta brasileira (cerca de 58 milhões de pessoas).

No Brasil, com aumento da expectativa de vida da população e, consequentemente, do número de clientes crônicos, a desospitalização dentro do processo de gestão de leitos hospitalares também se tornou um fator fundamental para a manutenção da qualidade da assistência em saúde bem como para a segurança do próprio cliente.
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