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Espaços que Produzem Serviços

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Em todo e qualquer edifício que abrigue um Estabelecimento assistencial de saúde, a utilização dos setores físicos com seus compartimentos se dá atendendo a duas distintas finalidades que se entrelaçam: as atividades-fim organizadas em unidades, onde se realizam os atos médicos e os procedimentos que compõem a cadeia de fornecimentos e os setores que dão suporte as atividades centrais, e que nomeamos como Serviços de Apoio.
 
Os setores e seus compartimentos compõem o Recurso Físico, que deve ser entendido como o espaço (imóvel) devidamente guarnecido e mobiliado com todos os requisitos ambientais e ergonômicos para realização de atividades clínicas pelos usuários e profissionais de saúde.
 
Cada compartimento que compõem uma unidade operacional que integra a cadeia de fornecimento tem definido no projeto arquitetônico e consagrada na operação, a sua função (o que faz!!!), atividade esta que tem previsto um tempo médio de ocupação do compartimento, nele incluído a preparação, a atuação e o descarte, já em condições plenas de iniciar novo evento.
 
Os responsáveis pelo funcionamento de cada unidade operacional têm aferidos os tempos médios dos distintos eventos que o setor abriga, gerando informes para calcular qual a previsão quantitativa de produção, esta sempre em função ? quando possível!!! ? de períodos de ocupação antecipadamente programados.
 
Enquanto alguns setores podem se disponibilizar por períodos de tempo programados ? como um ambulatório!!! ? outros deverão estar preparados para utilização continua dia e noite, atendendo a demandas aleatórias.
 
O espaço físico como um todo, tanto na sua edificação e mobiliário, como no custeio da sua manutenção predial, consome o maior e mais significativo quinhão de capital de investimento do empreendimento, sendo que a maximização de sua utilização permitirá a geração de resultados que sustentem e minimizem o retorno do capital investido, ademais de estabelecer metas de ocupação na produção de serviços médico-hospitalares.
 
Os gestores seguramente se espelham na afirmação do comandante Rolim, fundador da TAM: Avião estacionado não paga as contas!!!

 

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